A Copa do Mundo de 2026, que está sendo disputada atualmente nos Estados Unidos, no Canadá e no México, deixou de ser apenas um torneio de futebol para se tornar um assunto de interesse público, apenas uma semana após o início das fases eliminatórias.
A eliminação de Cristiano Ronaldo em sua última participação na Copa do Mundo e a despedida da seleção americana, anfitriã do torneio, não abalaram apenas as redes, mas também o mercado de ingressos e as audiências.
Os números não mentem: uma queda de 60% nos preços de um único jogo e um recuo generalizado no valor das partidas das quartas de final, em meio a uma repentina desistência no mercado secundário.
E, em meio a essa tempestade de marketing, as palavras de Hossam Hassan caíram como um raio, já que o técnico da seleção egípcia não falou sobre tática ou erros dos jogadores, mas lançou uma acusação clara: a eliminação do Egito diante da Argentina foi o preço a pagar pela permanência de Lionel Messi no torneio.
Uma declaração que traz de volta a pergunta mais difícil da história recente da Copa do Mundo: os critérios de marketing determinam os resultados das partidas? Os números que temos hoje podem oferecer uma resposta incômoda.



