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Matheus Cunha pode ser o grande goleador do Brasil na Copa

Matheus Cunha pode ser o grande goleador do Brasil na Copa

Capaz de conectar setores, Matheus Cunha, atacante do Man. United, deve abrir a Copa como titular da Seleção, uma oportunidade de ouro.

Copa do MundoOdds
Matheus Cunha ser o artilheiro do Brasil na Copa do Mundo11.00
Raphinha ser o artilheiro do Brasil na Copa do Mundo4.00

Odds fornecidas pela BetBoom. Corretas na data e horário de publicação e sujeitas à mudanças 

Matheus Cunha adaptou-se naturalmente ao ambiente novo no Manchester United 

Herói da campanha de permanência do Wolves na Premier League na temporada 24/25, Matheus Cunha foi cobiçado por gigantes da Inglaterra e acabou parando no Man. United, sendo uma peça fundamental dessa reconstrução ofensiva dos Red Devils.

A adaptação de Cunha no United foi uma via de mão dupla. O atacante brasileiro ajustou certas características do seu jogo dentro de um cenário completamente contrário ao de sua equipe anterior e, ao mesmo tempo, o United fez questão de dar a Cunha a plataforma para fazer aquilo que tem de melhor.

Diretamente responsável por fazer o Manchester United liderar a Premier League com uma média de 15,7 finalizações por jogo, Matheus Cunha só não finalizou mais vezes que Erling Haaland, totalizando incríveis 90 chutes na competição em meio a um ataque repleto de opções de qualidade.

O volume de Cunha se justifica e, por isso, é encorajado a finalizar com tamanha frequência, número cinco da liga em média de finalizações por 90 minutos (3.24) e número sete no alvo (1.26).

Atuando em uma equipe que dividiu bem os seus gols, com cinco atletas diferentes marcando pelo menos nove vezes, a maior marca da PL, Cunha e os seus 10 gols ajudaram o Man.. United voltar a disputar a UEFA Champions League, terminando a PL na terceira colocação com sobras.

Flexibilidade de Cunha é trunfo na briga por posição 

A escolha de Carlo Ancelotti na sua composição de ataque passa tanto pelo que cada opção pode entregar para ajudar a extrair o melhor das principais estrelas dessa seleção. Matheus Cunha se destacou desde o início como um nome que poderia ganhar espaço dentro deste cenário.

Matheus Cunha jogou o seu melhor futebol na Europa como esse atacante que tem liberdade para flutuar pelo lado esquerdo sem ser um ponta tampouco um homem de referência, mas rotineiramente se colocando na posição de finalizar com frequência, assim como as suas estatísticas demonstram.

Defensivamente e na construção entre meio e ataque, Cunha é extremamente voluntarioso e capaz de fornecer o apoio ideal aos seus companheiros de ataque, além, é claro, de poder criar para si mesmo.

Qualquer que seja a composição de ataque do Brasil na Copa, a probabilidade é alta de que as peças recebam bastante liberdade de movimentação dentro da maneira como Carlo Ancelotti planeja montá-la. Esse é um excelente cenário para um jogador como Cunha, acostumado a encontrar os espaços ideais para fazer estrago.

Raphinha justifica o seu status como uma das principais opções 

A ausência de uma opção que se isole como a referência de gols foi mais do que óbvia ao longo do ciclo. Matheus Cunha, que deve começar a Copa como titular, só teve duas aparições no onze inicial ao longo de todas as Eliminatórias.

Sem um nome que brigasse pela artilharia na competição valendo vaga na Copa, o Brasil teve em Raphinha o seu principal goleador com cinco gols em 13 aparições.

O desempenho de Raphinha no Barcelona nas últimas duas temporadas fala por si só, dando um salto extraordinário na sua capacidade de ser um jogador decisivo. Raphinha totaliza absurdos 84 participações diretas para gols em 90 aparições pelo Barcelona desde o início da temporada 24/25.

Embora não seja certo que Raphinha acabe atuando pela direita, onde, de acordo com o próprio atleta, se sente mais confortável, a possibilidade é maior por conta da lesão de Estêvão que tirou o jovem jogador do Chelsea da Copa.

Além de Raphinha e Cunha, Igor Thiago e Endrick correm por fora na disputa por minutos no comando de ataque. A última impressão de Igor Thiago não foi das melhores diante do Egito, só que antes daquele jogo, sempre tinha correspondido nos poucos minutos recebidos, convertendo cobranças de pênalti contra a Croácia e o Panamá.

Endrick, por sua vez, é outro jogador que, com louca minutagem, tende a brilhar com a camisa da Seleção Brasileira, totalizando cinco participações diretas para gols em menos de 500 minutos em campo pelo Brasil.