A Casa Branca pretende pressionar a Federação Internacional de Futebol (FIFA) a seguir o exemplo do Comitê Olímpico Internacional e adotar uma nova política que proíba atletas transgêneros (homens que se tornaram mulheres) de participar de competições de futebol feminino, de acordo com uma reportagem.
A pressão surge no contexto da candidatura dos Estados Unidos para sediar a Copa do Mundo Feminina de 2031.
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Até o momento, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não assinou as garantias governamentais exigidas pela FIFA (como vistos, isenções fiscais e apoio de segurança), segundo o jornal “The Athletic”.
A Casa Branca usa esse atraso como um forte cartão de pressão sobre a Fifa, para que altere suas regras relativas às jogadoras transgênero.
Por outro lado, a FIFA ainda não anunciou o país anfitrião, mas a proposta dos EUA é a única apresentada até o momento, o que dá grande influência à Casa Branca.
Em março passado, o Comitê Olímpico Internacional anunciou a proibição da participação de pessoas transgênero em competições femininas, e o governo americano quer que a FIFA siga a mesma linha para proteger a “justiça e a integridade” do esporte feminino, segundo sua opinião.





