Restam ao técnico Didier Deschamps apenas duas partidas à frente da seleção francesa.
Após a classificação para as semifinais da Copa do Mundo, graças à vitória por 2 a 0 sobre o Marrocos, Deschamps comandará a seleção francesa na final ou na disputa pelo terceiro lugar, além do confronto nas semifinais contra o vencedor do jogo entre Espanha e Bélgica.
Depois disso, Deschamps encerrará uma etapa que se estendeu desde 2012, passando o bastão para seu ex-companheiro na Juventus e na seleção francesa, Zinedine Zidane.
Embora ainda não haja um anúncio oficial, Zidane continua sendo o principal candidato à sucessão de Deschamps no comando dos Bleus.
Mas a tarefa não será fácil, já que o lendário Thierry Henry considera que a sucessão de Deschamps representa um grande desafio, podendo até ser um “presente envenenado”.
O site “Foot Mercato” divulgou as declarações de Henry, feitas durante entrevista à FOX Sports, na qual ele afirmou: “Será difícil para nós substituir Deschamps”.
E acrescentou: “Muitas vezes ouvimos dizer que Deschamps tem sorte. Isso não tem nada a ver com sorte. A recompensa vem do risco”.
E continuou: “Deschamps arriscou muito, mas sempre foram riscos calculados, pois ele está muito longe de ser uma pessoa ingênua. Acreditem em mim, ele tem uma mente brilhante”.
Henry também lembrou que Deschamps foi “o primeiro em praticamente todas as conquistas da França”, numa mensagem clara a Zidane sobre o peso da responsabilidade que o aguarda caso assuma o comando dos Bleus.





