Luka Modric carrega uma enorme responsabilidade nas costas. É o camisa 10, craque, capitão e maestro da geração de ouro da Croácia, que depois de tantas decepções, finalmente brilha em uma grande competição e orgulha o país como a geração de 1998, que alcançou as semifinais no Mundial da França.
Modric está na seleção desde o sub-15 e, como profissional, disputou três Euros e três Copas do Mundo, contando a atual. Ele nunca chegou tão longe como agora, e quer ainda mais. O meia quer realizar seu grande sonho e o que falta na carreira.
"Comigo sendo o capitão, pensar em levantar o troféu (da Copa do Mundo) é simplesmente inimaginável. Seria a maior coisa da minha carreira, com certeza. Sucesso com a seleção da Croácia é a única coisa que me falta", disse, em entrevista ao site da Fifa.
"Eu acredito que nós vamos conquistar algo grande. O quão grande, nós vamos descobrir, mas espero que joguemos todos os três jogos até o fim. Esperamos pelo melhor, mas precisamos continuar nesse ritmo, juntos, como um time", completou.
Para isso, o próximo passo é passar pela anfitriã Rússia nas quartas de final. O duelo ocorre neste sábado (7), às 15h (de Brasília), em Sochi. Se avançar, a Croácia encara o vencedor de Inglaterra x Suécia nas semifinais.



