William Saliba não esconde as ambições da seleção francesa na Copa do Mundo de 2026, nem hesita em falar sobre a partida que mais deseja disputar durante o torneio.
Saliba foi titular na seleção francesa que derrotou o Senegal por 3 a 1 na noite de terça-feira, na estreia das duas seleções na Copa do Mundo, que será sediada pelos Estados Unidos, México e Canadá.
O zagueiro do Arsenal afirmou que a seleção francesa está ciente do peso das expectativas que recaem sobre ela, depois de ter chegado à final das duas últimas edições da Copa do Mundo, ressaltando que a pressão se tornou parte natural da realidade dos “Les Bleus”.
Saliba disse: “A França está sempre entre as favoritas ao título. Todos sabem disso, e nós estamos cientes da magnitude da pressão, mas lidamos com ela e a aceitamos”. Ele explicou que o sonho de conquistar a Copa do Mundo está sempre presente em sua mente, mesmo quando está ocupado com as competições dos clubes, acrescentando: “Eu estaria mentindo se dissesse que não penso na Copa do Mundo. É claro que penso nela, e todo jogador começa a pensar no torneio à medida que a data se aproxima”.
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Quando questionado sobre os principais candidatos ao título, Saliba colocou as seleções da Argentina, do Brasil, da Espanha e da Inglaterra entre as favoritas, mas demonstrou um desejo especial de enfrentar uma seleção em particular.
O craque do Arsenal disse em entrevista à revista GQ: “Todas essas seleções são fortes e perigosas, mas se eu tivesse que escolher um adversário, escolheria a Argentina”.
O jogador da seleção francesa revelou que a derrota na final da Copa do Mundo de 2022 ainda está presente na memória, explicando: “Quando uma equipe te derrota em uma partida desse porte, você quer enfrentá-la novamente. Você quer uma nova chance, e esse sentimento permanece com você”.
Apesar da pressão que acompanha o fato de vestir a camisa da seleção francesa, Saliba enfatizou que isso representa mais um motivo de orgulho para os jogadores do que um fardo. Ele disse: “É, sem dúvida, uma grande responsabilidade, mas também é uma honra. Muitas lendas do futebol francês vestiram essa camisa antes de nós”.
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