Talvez o elenco do Al-Ittihad não pareça ruim, já que conta com abundância de jogadores nas linhas de defesa e ataque, mas entre elas existe uma lacuna posicional evidente no meio-campo, que não pode ser ignorada de forma alguma.
O Al-Ittihad entrou na nova temporada sem 3 dos meio-campistas que estavam em seu elenco na temporada passada: o brasileiro Fabinho, que saiu após o fim de seu contrato, e o malinês Mamadou Doumbia e Hamed Al-Ghamdi, que sofrem com lesões de longa duração.
Além disso, o outro meio-campista, Faisal Al-Ghamdi, ficou próximo de se transferir para o Neom, tornando-se o mais recente a deixar a equipe no meio-campo.
Em contrapartida, o Al-Ittihad conseguiu contratar o senegalês Dion Lopy, do Almería, e Rakan Al-Kaabi, do Al-Feiha, com indicações do desejo da equipe de contratar um novo jogador estrangeiro para a mesma posição, algo necessário e indispensável.
Apesar da chegada de Rakan Al-Kaabi, Vicente apostou em sua primeira partida oficial no jovem Farha Al-Shamrani no meio-campo, ao lado de Dion Lopy, e, embora tenha feito uma boa partida, apresentou certa imprudência por conta da idade, chegando a receber um cartão amarelo cedo.
Esse ímpeto natural pode custar caro ao Al-Ittihad em partidas mais difíceis, o que torna necessário encontrar um novo jogador para o meio-campo, para ser titular ao lado de Lopy e do argelino Houssem Aouar.
O objetivo da nova contratação exigida não é apenas atuar como titular, mas também ter profundidade no elenco, para compensar a ausência de Dion Lopy caso ela ocorra, algo esperado, pois sua ausência sem a contratação de outro jogador tornaria as coisas muito mais difíceis.