Apesar da pressão externa, o clima interno segue controlado. No vestiário, após a derrota no Rio de Janeiro, o sentimento foi de frustração pelo resultado, tratado como uma “derrota dolorosa”, mas sem sinais de ruptura ou questionamentos diretos ao comando técnico.
A maior insatisfação, neste momento, recai sobre a diretoria, especialmente sobre o presidente, que vem sendo pressionado por integrantes do Conselho Deliberativo.
Mesmo assim, não há qualquer movimentação para mudanças imediatas. A cúpula do clube se reuniu brevemente após o jogo e reforçou a decisão de manter Roger no cargo.
O treinador também conta com apoio total do diretor executivo Rui Costa, que tem seu futuro diretamente ligado ao do técnico. Internamente, a avaliação é clara: qualquer mudança no comando implicaria uma reformulação mais ampla no departamento de futebol.
Por ora, o São Paulo aposta na estabilidade para atravessar o momento de turbulência, mesmo com a pressão crescendo a cada rodada.