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Tapioca, Pombo, Cintura Dura: quais seriam os apelidos criados pelo trote na seleção brasileira?

19:04 BRT 10/10/2019
Matheus Henrique Everton Cebolinha
O momento da zoeira reservada aos novatos inspirou um apelido a Matheusinho, mas também poderia acontecer com outros convocados mais recentes

A história sobre a toalha que lhe parecia uma tapioca, contada por Matheusinho no trote que é dado aos novatos da seleção brasileira, repercutiu talvez até mais do que o empate por 1 a 1 do time de Tite contra Senegal, em amistoso realizado nesta quinta-feira (10) na distante Singapura. De tão engraçado que foi o “causo”, o meio-campista do Grêmio até mesmo disse que não se importaria que seu apelido passasse a ser Tapioca.

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Hoje pode até parecer uma realidade mais distante, apesar de algumas raras exceções (inclusive até mesmo na seleção), mas ver jogadores sendo chamados por seus apelidos, e não através da combinação nome + sobrenome, era costumeiramente a regra em décadas já longínquas (exemplos: Pelé e Garrincha). Mas a história contada por Matheusinho “Tapioca” nos inspirou a buscar outros momentos cômicos vistos nos últimos trotes dos selecionáveis para pensar: se os atletas tivessem que ter um apelido, qual seria?

Por que o trote?

Antes, é importante explicar, também, o contexto que leva jogadores a subirem na cadeira para contarem causos e cantarem músicas. Nada mais é do que algo de praxe, um trote bem-humorado aplicado por times e seleções para atletas que lá chegam em uma primeira vez - até craques como Buffon já passaram pela brincadeira. Dito isto, vamos aos apelidos dos últimos estreantes na equipe comandada por Tite!

Tapioca

Em primeiro lugar, obviamente está Matheusinho e sua história sobre a Tapioca. O jogador do Grêmio arrancou gargalhadas dos companheiros ao contar a vez em que, em meio a um voo na primeira classe, recebeu uma toalha quente e achou que o utensílio na verdade fosse comida!

MC Marcinho

No mesmo trote, o lateral-direito Marcinho se soltou na hora de cantar uma música famosa de... MC Marcinho!

Bruno “Tchururu” Henrique

Em sua primeira convocação, o atacante Bruno Henrique, do Flamengo, demonstrou sua timidez na hora de cantar a música pedida. A parte em destaque é quando fica repetindo o “Tchururu” cantarolado no meio da canção.

Vinícius Sorrisão

Revelação do Flamengo e atual jogador do Real Madrid, Vinícius Júnior recebeu sua primeira chance na seleção principal nos últimos meses. E em seu trote, em meio aos pagodes, o ponta-esquerda não conseguia parar de sorrir.

David “Inseguro” Neres

David Neres, por outro lado, se tivesse que ganhar um apelido pela sua atuação no trote, conseguiria enganar muitos defensores. Além de ter dito que não atendeu ao primeiro telefonema de Tite, por não ter reconhecido o número, na hora de cantar a música o jogador do Ajax escolheu uma intitulada “Insegurança”... porque ela refletia a sua sensação naquele momento.

Cintura Dura

Já o meio-campista Andreas Pereira, do Manchester United, em meio a uma dança recebeu uma “bronca” de Neymar, que, entre risadas, mandou o novato se soltar mais na hora do rebolado.

Pombo

Já Richarlison abraçou de vez a “dança do pombo” na seleção em seu trote. Bem-humorado, o atacante é um dos raros casos de jogadores do Brasil que carregam consigo apelidos: (Lucas) Paquetá e (Everton) Cebolinha são outros exemplos.