Suécia joga favoritismo para a Suíça e foca em desempenho par se classificar: “Precisamos atingir o melhor nível”

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NELSON ALMEIDA/AFP/Getty Images
Técnico Janne Andersson e capitão Andreas Granqvist ainda disseram que eliminações de favoritos servem como estímulo

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A seleção sueca deixou a Holanda de fora da Copa do Mundo, depois despachou a Itália e terminou a fase de grupos em primeiro lugar da sua chave, deixando para trás México, Coreia do Sul e Alemanha. Apesar disso tudo, os escandinavos colocam todo o favoritismo para a Suíça no duelo das oitavas de final, que acontecerá nesta terça-feira (3), às 11h (de Brasília), em São Petersburgo.

“Sabemos que a Suíça é favorita para esse jogo, está jogando muito bem há muito tempo. Eles ganharam nove dos dez jogos das Eliminatórias. Vamos lutar da melhor maneira possível. O que nos trouxe até aqui é a nossa força defensiva e a agressividade na hora de atacar”, afirmou o capitão Andreas Granqvist.

ANDREAS GRANQVIST
(Foto: Getty Images)

“É verdade que mostramos grande respeito nos outros jogos, e o mesmo vale contra a Suíça. Não está na minha cabeça, absolutamente, outra coisa que não seja o jogo contra a Suíça. Precisamos chegar no nosso melhor nível para classificar para as quartas de final. Se pudermos fazer isso, podemos vencer a Suíça”, completou o técnico Janne Andersson.

“Eu não tinha ideia alguma de que isso poderia acontecer. Assumi o comando da seleção logo depois da Euro-2016. Tive que elaborar um planejamento para reconstruir o time, do zero. Estudar um modelo de jogo novo para a seleção. Eu não tinha ideia alguma, há dois anos, de que poderia chegar tão longe”, prosseguiu.

O histórico do confronto entre as duas seleções é extremamente equilibrado. Em 28 partidas, são 11 vitórias da Suíça contra 10 da Suécia, além de sete empates. Este, porém, será o primeiro encontro em Copas. Os nórdicos esperam fazer história e sonham em chegar à final novamente (em 1958 perderam para o Brasil), embora, para o treinador, aquele mundial não sirva de inspiração ao contrário da queda de favoritos.

“Alguns resultados são bem surpreendentes. Ver grandes seleções caindo é interessante, e até estimulante para nós. A final de 1958, contra o Brasil, não serve de inspiração. Não tenho objeção de chegar até a final, mas não estou pensando nisso. Vamos lidar primeiro com o jogo de amanhã, e depois pensar adiante”, declarou Andersson.

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(Foto: Getty Images)

A campanha de 1994, quando a Suécia chegou à semifinal de 1994, também foi lembrada pela imprensa, mas Granqvist garante que o foco no momento é apenas em chegar às quartas de final.

“Foi há muito tempo. Lembro de alguns jogadores, e esperamos estar na semifinal. Mas não estamos ainda e pensamos apenas em ganhar o jogo amanhã. Vamos ver se conseguimos passar para a próxima fase”, finalizou.

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