Renovação pós-Mundial é um dos grandes trunfos da seleção de Tite

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Getty
Desde a eliminação para a Bélgica, o novo ciclo já contou com 23 novos nomes convocados

Sequência de trabalho, ao mesmo tempo em que renova o seu elenco. É assim que Tite monta o seu grupo na seleção brasileira, que nesta sexta-feira (06) enfrenta a Colômbia em amistoso marcado para às 21h30 (de Brasília) em Miami, nos Estados Unidos.

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A sequência do trabalho é pintada no onze inicial que deverá entrar em campo contra os colombianos. Tite segue apostando forte no entendimento entre Neymar e Coutinho, que deverão se alternar entre o meio e a ponta-esquerda – opção que não foi vista durante a conquista da Copa América por causa do corte por lesão do camisa 10.

Em seu último treino antes da partida, voltou a escalar um time sem estreantes: Ederson; Dani Alves, Marquinhos, Thiago Silva, Alex Sandro; Casemiro, Arthur; Neymar, Coutinho, Richarlison; Firmino.

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Na comparação com o time titular campeão da Copa América, apenas três mudanças: Neymar é o dono da posição, mas Everton Cebolinha não foi chamado para a ponta-esquerda por conta dos compromissos pelo Grêmio; Alisson está lesionado, o que faz de Ederson o substituto óbvio, enquanto Gabriel Jesus está lesionado e vê a vaga ocupada por Richarlison – que iniciou a campanha continental como primeira opção.

Mas é a renovação desde o Mundial da Rússia que chama atenção – afinal de contas, o ciclo de quatro em quatro anos entre as Copas do Mundo é visto como o mais importante. Desde a queda contra a Bélgica, nas quartas de final, Tite renovou, segundo apontado no Blog do jornalista Paulo Vinícius Coelho, no UOL, 46% dos convocados. Foram chamados 23 atletas que não estiveram nos campos russos, a maior renovação dentre os principais selecionados do planeta.

Para esta leva de amistosos, as novidades foram Bruno Henrique, Samir e Ivan. Vinícius Júnior é outra novidade já imaginada. Desde a Rússia nomes como Arthur, Everton Cebolinha e Richarlison, mas também David Neres, já se tornaram competidores fortes por uma vaga: podemos estar vendo o início, ainda que devagar, de uma nova seleção.

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