Premier League: mais da metade dos reforços estrangeiros seriam 'ilegais' no Brexit, aponta estudo

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Pelo menos 591 jogadores dos 1.022 estrangeiros que entraram para o torneio desde 1992 não estariam em conformidade com as novas leis

Um estudo divulgado pela Universidade de Harvard mostrou que 591 jogadores dos 1.022 de países da União Europeia contratados por times da Premier League desde sua fundação, em 1992, estariam na ilegalidade de acordo com a legislação quando for concluído o processo do 'Brexit'.

Segundo o portal Mundo Deportivo , os clubes ingleses inseridos na competição estão inquietos sobre as possíveis consequências que a saída do Reino Unido da UE pode causar nos reforços vindos de fora do país, e estão buscando formas de minimizá-las.

Leroy Sane Manchester City NGolo Kante Chelsea
O alemão Leroy Sané e o francês N'Golo Kanté: estrangeiros a partir de 2019 (Foto: Getty Images)

O estudo mostra que 57,8% dos jogadores que chegaram à Premier League não poderiam ter sido contratados por um clube da elite da Inglaterra, como é o caso de Cesc Fàbregas, N’Golo Kanté, Ryiad Mahrez, entre outros.

As normas da Fifa impedem que clubes contratem jogadores estrangeiros menores de 18 anos, mas permite o trânsito de atletas entre clubes da EU a partir dos 16 anos de idade. Os jogadores devem passar pelo menos três anos jogando pelo time antes de completar 21 anos para serem considerados como formados pelo clube em questão.

A Federação de Futebol da Inglaterra e a English Football League estão unidas para convencer o governo do Reino Unido a abrandar as normas aplicadas, já que o país deixará de fazer parte da União Europeia a partir de março de 2019.

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