Portões do Maracanã foram abertos por “calamidade”, diz desembargador

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Reprodução PMRJ
Vasco conquista o título da Taça Guanabara em final marcada por confusão fora do Maracanã

A final da Taça Guanabara disputada no último domingo (17), entre Vasco e Fluminense ficou marcada não pela vitória do Vasco em campo, por 1 a 0, mas sim graças aos conflitos do lado de fora do Estádio do Maracanã.

De início, o duelo seria realizado com os portões fechados após a decisão da desembargadora Lúcia Helena do Passo. Mas durante o jogo, a justiça do Rio de Janeiro decidiu abrir os portões do estádio para os milhares de torcedores Cruz-Maltino que aguardavam ao lado de fora em um clima tenso com os policiais.

Após a confusão e o agravo da situação, o desembargador André Emilio alegou "calamidade instaurada, com tumultos, confusões e brigas" e ordenou a abertura dos portões. Com a decisão que, automaticamente, eliminou a imposta por Lúcia Helena do Passo, André Emilio também cancelou a multa de R$ 500 mil que deveria ser paga pelo Vasco caso fosse descumprida a ordem de portões fechados.

A informação e decisão foi divulgada pelo grupo de oposição do Vasco, o "Casaca!",  em seu site oficial. Por meio das redes sociais, o presidente do clube Alexandre Campello agradeceu aos envolvidos que contribuíram com a situação do Vasco, em especial, ao advogado Leonardo Rodrigues, do "Casaca"!.

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