Palmeirense desde a infância, Zé Rafael comemora chegada ao “maior do Brasil”

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Zé Rafael - Palmeiras - 9/01/2019
Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação
Meia também disse que espera repetir os passos do amigo Alex com a camisa do Verdão

Toda criança apaixonada por futebol sonha em ser jogador profissional e atuar pelo clube de coração. Nesta quarta-feira (9), foi isso que aconteceu com Zé Rafael, de 25 anos, conforme ele mesmo confirmou durante sua apresentação na Academia de Futebol.

"É verdade, sou palmeirense desde moleque. Meus pais e meus avós são palmeirenses. Foi mais um motivo pelo qual eu escolhi vir para cá. Nunca tinha vazado essa informação. Então, não é para fazer média, nada, mas quando eu era criança realmente eu já era muito palmeirense", afirmou.

Zé Rafael ainda disse querer repetir o sucesso do amigo Alex, que, assim como ele, iniciou a carreira no Coritiba e posteriormente foi jogar no Palmeiras.

"É uma honra, o Alex é um grande amigo meu. Quando eu tava subindo no Coritiba meu deu muita assistência. Quando soube que eu vinha para cá me deu força, apoio... Eu e o Alex temos relação há muito tempo, desde que eu subi da base e ele voltando do Braisl. Ele apadrinhou os moleques novos, que tinham muito a aprender. Vou precisar mais dessa experiência, do que eu aprendi com ele. O apelido não tem como negar. Ele é o Cabeça e eu sou o Nareba. Tem que levar assim mesmo", declarou.

Zé Rafael - Palmeiras - 9/01/2019
(Foto: Cesar Greco/Ag. Palmeiras/Divulgação)

Questionado sobre a concorrência grande dentro do elenco, Zé Rafael falou sobre a importância disso para as pretensões da equipe alviverde.

"O Palmeiras há anos tem grandes elencos, faz parte do futebol essa disputa sadia. Conforme o dia a dia a gente vai conhecendo, disputando, fazendo cada vez mais parte do grupo", ressaltou.

"É bastante gente, o grupo é qualificado. Se fosse 35 jogadores mais ou menos era mais fácil. todo mundo competitivo, qualificado, Palmeiras está montando elenco para grandes objetivos", completou.

"Isso faz parte, quando eu vim para cá eu sabia que a concorrência seria muito grande, que meus companheiros seriam de alto nível e que eu teria que buscar evoluir para ter oportunidades. Isso faz parte do futebol. Não é o Zé Rafael que vai mudar o Felipão. Se é a maneira dele trabalhar, tem que continuar e respeitar", finalizou.

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