O retorno de Cristiano Ronaldo não foi a única boa notícia na vitória de Portugal

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Nos 3 a 0 impostos sobre a Argélia, o meio-campo desempenhou um papel fundamental e chega confiante para o desafio na Rússia

Header Tauan Ambrosio

Cristiano Ronaldo fez o seu primeiro jogo oficial desde a conquista da Champions League pelo Real Madrid, no último dia 26.

E em meio às especulações envolvendo o seu futuro, inclusive com jornal português garantindo que o camisa 7 realmente não quer seguir no Santiago Bernabéu, a boa notícia foi para o selecionado luso.

Isso porque, na vitória por 3 a 0 sobre a Argélia, que entrou em campo com Riyad Mahrez, grande destaque do Leicester nas últimas temporadas, a presença de CR7 não foi absolutamente decisiva para o último triunfo antes da estreia no Mundial, marcada para o próximo dia 15, contra a Espanha.

Cristiano Ronaldo esteve em campo até o minuto 75, e levou bastante perigo para os adversários. Dentre as 18 finalizações portuguesas, oito foram de CR7, sendo três delas a gol. Mas foi como ‘garçom’ que o atual melhor jogador do mundo apareceu: Cristiano fez um cruzamento perfeito para Bruno Fernandes cabecear e fazer o segundo tento de Portugal.

Cristiano Ronaldo Portugal Argelia amistoso 07 06 2018(Foto: Getty Images)

Jogador mais avançado no 4-4-2 armado pelo técnico Fernando Santos, Gonçalo Guedes abriu e finalizou o placar.

Cristiano Ronaldo Portugal Argelia amistoso 07 06 2018CR7: 8 finalizações, 3 a gol, 2 chances criadas e uma assistência (Foto: Getty Images)

Além de Bruno Fernandes, autor de gol, Bernardo Silva foi decisivo com assistência, após receber passe de William Carvalho. João Moutinho teve boa participação para ditar o ritmo no meio-campo e o lateral-esquerdo Raphael Guerreiro deu o passe para o terceiro gol.

Ou seja: além do retorno e esforço de Cristiano Ronaldo, a melhor notícia para a seleção portuguesa foi a demonstração de força e criatividade de seu meio-campo. Para a estreia no Mundial, contra a Espanha, o desafio será muito maior... mas os campeões europeus ao menos chegam com a confiança em alta.

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