O que o Atlético-MG pode esperar de Oswaldo de Oliveira na reta final de 2017

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Alexandre Schneider/Getty Images
Contratado para a vaga de Rogério Micale, treinador tem a missão de salvar o Galo de novo rebaixamento no Campeonato Brasileiro. O que esperar dele?

Oswaldo de Oliveira chega ao Atlético-MG com uma incumbência: terminar o ano sem sustos. Para isso, precisará de pelo menos mais 15 pontos em 13 rodadas.

Sem trabalhar desde abril de 2017, quando foi demitido do Al-Arabi Sports Club, do Qatar, o treinador tem alguns trabalhos pela frente. E poderá utilizar as suas características para alcançar a meta imposta pela diretoria.


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Experiência

No cargo de treinador desde 1999, Oswaldo de Oliveira já conquistou títulos importantes logo em seu primeiro trabalho. Ele foi campeão brasileiro no ano de estreia e venceu o Mundial de Clube da Fifa em 2000.

O comandante ainda esteve à frente de todos os grandes clubes de São Paulo (Corinthians, São Paulo, Santos e Palmeiras), Rio de Janeiro (Flamengo, Botafogo, Vasco e Fluminense) e Minas Gerais (Cruzeiro e Atlético-MG).

Tempo sem conquistas

Na contramão da experiência, o treinador encontra problemas para faturar títulos em sua história recente. O último título foi o Campeonato Carioca 2013, com as cores do Botafogo. Antes disso, o comandante havia vencido a Copa da Liga Japonesa, em 2011, pelo Kashima Antlers.

Baixo rendimento recente

Em seus dois últimos últimos trabalhos no futebol brasileiro - Sport e Corinthians, ambos em 2016 -, Oswaldo de Oliveira teve aproveitamento da média. No Sport, ele ficou por 30 jogos, com nove vitórias, sete empates e 14 reveses. O aproveitamento foi de 37,77%. A situação foi um pouco melhor à frente do Corinthians. Em oito partidas, o time conseguiu dois triunfos, quatro empates e duas derrotas, com 41,66% de rendimento.

Facilidade para lidar com estrelas

Oswaldo de Oliveira nunca teve problemas para lidar com egos inflados, algo bem comum no elenco do Galo, com Robinho, Fred, Elias, Rafael Moura, Victor e companhia... Em 1999, logo que iniciou seu trabalho, o treinador teve que comandar um time repleto de estrelas, como Marcelinho Carioca, Ricardinho, Edílson, Rincón, Vampeta... E o fato não foi um problema, já que faturou títulos na equipe.

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