Nada de Neymar ou Mbappé: brasileiro que jogou no PSG escolhe Marquinhos como destaque

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Com Neymar e Mbappé no time, escolher o grande destaque do PSG não é tarefa fácil. Mas para Paulo César, lateral direito ex-Fluminense com boa passagem pelo Paris, o grande destaque da equipe não é nenhum dos dois craques, mas sim o brasileiro Marquinhos. 

Paulo Cesar atuou pelo PSG ao longo de cinco anos, entre 2002 e 2007, em uma época em que o clube não dominava a França como acontece atualmente. Mas mesmo com os jogadores mais caros do mundo, o ex-jogador acredita que a regularidade e a eficiência de Marquinhos merecem maior destaque na equipe

“Para mim, Marquinhos é um ótimo jogador. No momento, ele é o melhor jogador de Paris”, disse o ex-lateral em transmissão ao vivo no Instagram. “Além disso, não é apenas o jogador. Todo mundo sabe sobre seu estado de espírito. Ele é o tipo de cara que fala e eu acho ótimo. Ele é um cara que tem todo o meu respeito", completou.

Mas apesar da moral para o brasileiro, Paulo César afirmou que o zagueiro ainda precisa evoluir, especialmente na seleção do Brasil.

“Ele precisa consolidar sua posição na seleção brasileira. É assim que as pessoas o conhecem e o apreciam mais”.

Marquinhos foi contratado ainda muito jovem, em 2013, para ser o substituto natural de Thiago Silva. O futuro do zagueiro de 35 anos ainda é incerto em Paris, assim como o de Marquinhos, que também precisa renovar seu contrato com o clube - o vínculo atual do jogador se encerra no final de junho.

Aos 26 anos, Marquinhos já herdou a braçadeira de capitão de Thiago Silva. No entanto, na França, muitos discutem se o camisa 5 tem o necessário para liderar o sistema defensivo da equipe no futuro e ser um grande capitão, assim como foi seu companheiro. 

Mas Paulo César não se importa muito com essa questão da braçadeira. Para ele, o grande foco da discussão deve ser o desempenho do jogador dentro de campo.

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“A braçadeira de capitão não é um assunto importante para mim. O que importa é que ele joga da mesma maneira com ou sem a braçadeira”, explicou. "É verdade que na França, quando você tem a braçadeira, tem mais respeito que os outros, mas também tem outras obrigações", completou.

Agora, assim como todos na França, Marquinhos aguarda para saber se a Ligue 1 será de fato retomada. A competição foi dada como encerrada no final de abril, com o PSG declarado campeão antecipadamente.