Juventude e experiência! Vital e Sheik vão bem em estreia do Corinthians na Libertadores

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RAUL ARBOLEDA/AFP/Getty
Meia teve a missão de substituir o suspenso Rodriguinho, enquanto atacante entrou no segundo tempo

Um ainda é garoto, entrou em campo apenas pela terceira vez com a camisa do Corinthians e em sua primeira partida por competições sul-americanas teve a missão de substituir Rodriguinho, um dos destaques da equipe, que estava suspenso. O outro já é extremamente experiente, já escreveu seu nome na história do clube ao fazer os dois gols da grande decisão da Libertadores de 2012 contra o Boca Juniors e voltou ao Timão na fase final da sua carreira como jogador.

Na última quarta-feira (28), Mateus Vital e Emerson Sheik não chegaram a atuar juntos já que o segundo substituiu o primeiro aos 25 minutos segundo tempo, mas o que ambos tem em comum é que tiveram boa atuação no empate sem gols do Corinthians com o Millonarios pela estreia da equipe na Copa Libertadores da América deste ano.

Enquanto esteve em campo, Mateus Vital, de apenas 20 anos, não sentiu a pressão da estreia na Libertadores, ajudou a pressionar a saída de bola do adversário, acertou 89% dos passes, tentou uma finalização e ainda sofreu cinco faltas. No segundo tempo, o garoto cansou, mas mostrou que pode ser uma boa opção no meio-campo quando algum dos titulares não estiver à disposição.

“É legal, só jogadores que vi na televisão no passado e hoje posso compartilhar vestiário. Foi um sonho realizado”, afirmou Vital em passagem pela zona mista.

Emerson Sheik Millonarios Corinthians Copa Libertadores 28022018
(Foto: © Daniel Augusto Jr/Ag. Corinthians)

Já Emerson Sheik, não é segredo para ninguém que adora esse tipo de partida. Aos 39 anos, mostrou experiência ao colocar fogo no jogo, irritar a torcida adversária cavando faltas e ganhou tempo. Além disso, também mostrou qualidade ao tabelar com Jadson, que acabou finalizando errado.

“Estou feliz porque entrei hoje e até recebi alguns elogios. Eu gosto da Libertadores e de jogos difíceis. Não só Libertadores, mas também regional e nacional. Eu gosto desses jogos”, ressaltou Sheik.

Ainda falta ritmo de jogo, mas Emerson Sheik prova que pode ser útil ao Corinthians em determinadas situações de jogo.

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