Jô reafirma paixão pelo Corinthians, mas deixa retorno para o futuro

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© Rodrigo Coca/Ag. Corinthians
Artilheiro durante passagem pelo Timão, o atacante acredita que o clube terminará a temporada em uma situação “complicada”

Artilheiro do Corinthians na conquista do Heptacampeonato do Brasileirão em 2017, Jô ganhou status de ídolo no Alvinegro. Mas em uma saída repentina para o Japão, o atacante deixou a equipe paulista para atuar no Nagoya Grampus. Com vínculo até o final de 2021, o brasileiro soma 21 gols em 29 jogos no Campeonato Japonês.

Em entrevista ao Lance!, Jô disse que ainda acompanha jogos do Corinthians, mas descartou um possível retorno ao time comandado por Jair Ventura, até o término de contrato com os japoneses.

“Quando os horários batem eu acompanho (os jogos). Deixei amigos e fiz uma família no Corinthians. Sempre converso com os jogadores e procuro acompanhar todas partidas. Saudades é lógico que eu sinto. Mas, tenho contrato e acabei de sair. Profissionalmente foi um ano um pouco complicado pelo fato de minha equipe brigar na parte de baixo da tabela, mas estou gostando muito. Depois eu não sei o que pode acontecer. É deixar meu futuro nas mãos de Deus”, contou.

Em uma situação semelhante ao do Corinthians no Campeonato Brasileiro, Jô aproveitou para comentar sobre o momento da equipe de Itaquera, no qual briga para se afastar da zona de rebaixamento.

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“Muita gente não imaginava que o Corinthians estaria nessa situação, até mesmo pelo que fizemos ano passado. Porém, a equipe passou por uma reformulação muito grande, desde a comissão técnica, jogadores e até mesmo presidente. Era natural que o time não fosse tão bem nesse ano, mas mesmo assim conseguiu ganhar o Campeonato Paulista. Acredito que termine esse ano em uma situação um pouco complicada na tabela”, enfatizou.

Com 18 gols marcados em 2017, Jô se tornou a principal referência no ataque corintiano, e desde sua saída, o time vem sofrendo um déficit no setor ofensivo. Ainda assim, o ex-jogador do Timão acredita que a paciência por meio dos torcedores será essencial para o clube passar por essa “seca” de gols.

“No futebol tem que ter um pouco mais de paciência. Sei que a torcida do Corinthians tem uma paciência maior pelo bom ano que tivemos em 2017. O próprio Roger e Jonathas já tiveram números expressivos em outros clubes, mas ainda não se encaixaram no Timão. O meu caso foi mais rápido por já ter uma história e conhecer um pouco o clube”, destacou. 

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