Final da Copa do Brasil Sub-17 é adiada por surto de caxumba nos atletas do Flamengo

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Staff Images / Flamengo
Após treze jogadores da base manifestaram os sintomas de caxumba, o Flamengo solicitou o adiamento da final

O jogo de volta da final da Copa do Brasil Sub-17 entre Flamengo e Fluminense precisou ser adiado após um surto de caxumba nos jogadores do Rubro-Negro. O Flamengo solicitou à CBF o adiamento da final prevista para ocorrer nesta terça-feira (11), às 21h30 (Brasília), no Estádio do Maracanã.

Ao todo, 13 atletas da base flamenguista demonstraram os sintomas do vírus, entre eles, os titulares que entraram em campo no confronto de ida da final: Gabriel Noga, Natan, Ramon e Lázaro. Na ocasião, o primeiro duelo terminou em 1 a 1.

O surto obrigou o Flamengo a mudar o planejamento na base para o final de ano. Além da final da Copa do Brasil Sub-17, o time cancelou a viagem para o Japão, onde disputaria um torneio entre os dias 14 e 24 de dezembro.

O surto de caxumba teria iniciado na categoria Sub-20 do time. Os primeiros atletas a sentirem os sintomas foram o lateral-esquerdo Ramon e o atacante Vitor Gabriel. Além dos jogadores, um funcionário e um supervisor da “FlaTV” também foram diagnosticados com o vírus.

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Em entrevista ao site do time, o médico do departamento de futebol das categorias de base, Gustavo Dutra destacou que o tempo de recuperação é indeterminado.

“Atualmente, a dose completa da vacina possibilita ao paciente entre 80% a 90% de imunidade com relação à doença. Todos os atletas e funcionários afetados eram vacinados, e apresentaram, devido a isso, os sintomas mais leves da enfermidade. Nenhum deles precisou ser internado, todos estão se recuperando em casa, sob as devidas orientações médicas”.

“Ao iniciarem os primeiros sintomas da doença, foram imediatamente medicados, isolados e afastados de quaisquer atividades físicas, esportivas ou competitivas, como treinos e jogos, e colocados em repouso absoluto. Essa é a conduta, e o afastamento e recuperação são por tempo indeterminado, com reavaliação no mínimo semanal da situação de cada um deles. Importante ressaltar também que os sintomas aparecem em torno de duas semanas após o primeiro contato com o vírus”.

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