Festa francesa pelo título da Copa não tem dia e nem hora para acabar

Comentários()
Torcedores espalhados por todos os cantos do mundo estão em êxtase com o bicampeonato mundial

banner Copa 2018


GOAL Por Fernando H. Ahuvia

Uma festa sem dia e nem hora para acabar. É assim que os franceses estão por conta da conquista do bicampeonato mundial, que veio com a vitória por 4 a 2 sobre a Croácia, no último domingo (15), em Moscou, na Rússia. Em São Paulo, centenas de pessoas transformaram o Les 3 Brasseurs, cervejaria francesa no Itaim Bibi, bairro da Zona Sul da capital paulista, em um típico bar do país europeu em dias de jogos da seleção.

Vestidos e pintados com as cores da bandeira da França (azul, branco e vermelho), os torcedores cantaram o hino, gritaram o nome dos principais jogadores e o do técnico Didier Deschamps, vibraram com cada um dos quatro gols dos Leus Bleus e extravasaram após o apito final com a confirmação do bicampeonato mundial.

A euforia tomou conta do público, que gritava forte e com orgulho “Allez les bleus”. A comemoração, aliás, como não poderia deixar de ser, começou com um banho de champanhe em todos os presentes e também muito chope e cerveja.

Bar Francês - Copa do Mundo - - 15/07/2018

Na França, a festa também tomou conta do país inteiro. Avenida mis importante do país, a Champs-Élysées foi tomada por milhares de pessoas e a tendência é que isso se repita com a chegada da delegação campeã.

“Estou recebendo mensagens de alguns amigos que estão na Champs-Élysées e eles disseram que está uma loucura", declarou o Francês Julien Imbert que vive no Brasil há dez anos.

Champs-Élysées - França - 15/07/2018
(Foto: LUDOVIC MARIN/AFP/Getty Images)

Para Julien Lisbona, diretor do Les 3 Brasseurs no Brasil, a festa deverá ser tão grande quanto foi na ocasião da primeira conquista da França em 1998 da qual se recorda que participou com familiares e amigos.

“(Em 1998) eu estava na França com a minha família e depois saí com os meus amigos, porque estava uma loucura. Tínhamos vencido em casa, pela primeira vez e ainda contra o Brasil”, relembrou.

“Agora a festa será como da última vez. Em 1998 não se via tantas bandeiras francesas na rua desde a liberação da guerra e agora será a mesma coisa”, finalizou.

Fechar