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Lionel Messi Harry Kane Argentina England 2026 World CupGetty

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Em meio à indignação britânica... a Casa Branca se posiciona a favor da Argentina na controvérsia das Malvinas

A Casa Branca se posicionou na polêmica gerada pela comemoração dos jogadores da seleção argentina com uma faixa na qual estava escrito “Las Malvinas son argentinas” (As Ilhas Malvinas/Falkland são argentinas), após a vitória sobre a Inglaterra (2 a 1) na semifinal da Copa do Mundo de 2026, defendendo o direito dos jogadores de exibi-la.

Durante uma coletiva de imprensa, Andrew Giuliani, presidente do Comitê Americano de Organização da Copa do Mundo, afirmou que os jogadores da seleção argentina “podem fazer essas declarações” dentro dos Estados Unidos.

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Giuliani baseou-se na Primeira Emenda da Constituição dos Estados Unidos, relativa à liberdade de expressão, que dispõe: “O Congresso não aprovará nenhuma lei que estabeleça uma religião ou proíba sua livre prática, nem restringirá a liberdade de expressão ou de imprensa, nem o direito do povo de se reunir pacificamente e apresentar petições ao governo para a reparação de injustiças”, segundo reportagem do jornal francês “L’Équipe”.

Essa posição surge em um momento em que o governo britânico solicitou à Federação Internacional de Futebol (FIFA) que abrisse uma investigação sobre o incidente, em meio à escalada da polêmica relacionada à questão das Ilhas Malvinas.

As raízes do conflito remontam à guerra de 1982, travada entre a Argentina e a Grã-Bretanha pelo arquipélago localizado no sul do Oceano Atlântico, a cerca de 600 quilômetros da costa argentina, e que resultou na morte de 649 argentinos e 255 britânicos ao longo de 74 dias.

Desde o fim da guerra, com a derrota do país, a Argentina continua reivindicando a soberania sobre as ilhas.

Por outro lado, o cartaz em questão parece violar os regulamentos da Federação Internacional de Futebol (FIFA), que proíbem qualquer manifestação ou mensagem de caráter político dentro dos estádios durante os torneios por ela organizados.

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