Courtois quer que Chelsea evite repetir caso Mourinho: "Lutaremos por Conte"

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Thibaut Courtois Chelsea
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Treinador está sob pressão no início da temporada inglesa, mas o goleiro insiste que os jogadores lutarão pela permanência do italiano

Thibaut Courtois insiste que o Chelsea está preparado papra lutar contra a pressão sobre Antonio Conte, com o belga dizendo que quer evitar algo semelhante ao ocorrido com José Mourinho, em 2015.

Mourinho pagou o preço pelo fato de o Chelsea ter um péssimo início de Premier League. O português foi demitido depois de perder nove dos 16 primeiros jogos da liga inglesa.

Conte foi contratado como técnico ao fim da temporada 2015/2016 e liderou os Blues ao título da Premier League na temporada passada.

Antonio Conte Chelsea
(Foto: Getty Images)

A equipe não faz boa temporada no início de 2017/2018, com Antonio Conte perdendo três dos seus nove jogos até o momento. Porém, ele mostrou que pode reagir no último sábado, ao vencer o Watford, por 4 a 2.

E Thibaut Courtois, que fez seu 100º jogo na Premier League, adiantou que os jogadores são favoráveis à manutenção do italiano no cargo.

"Nós estamos prontos para lutar pelo treinador. Lembro que, há dois anos, aconteceu algo com José Mourinho e as coisas começaram a ser ditas. Houve histórias sobre o vestiário, falaram que aconteceu algo. Estamos felizes por mostrar que estamos prontos para lutar. Nós todos sabemos o que teria acontecido se perdêssemos para o Watford", disse ao London Evening Standard.

"Houve um momento em que estávamos perdendo por 2 a 1. Nós tivemos dificuldades e o Watford poderia ter vencido por 4 a 1. Foi importante voltar a vence. Em 2015, nós lutamos também, mas o jogo não virava a nosso favor. Houve muita má sorte. Às vezes, diferentes coisas acontecem. Nós estamos mostrando que estamos lutando agora. Primeiramente, como grupo de jogadores. Queremos vencer. Não queremos perder e dissemos que não nos importávamos com nada.  Queremos lutar por nós mesmos também. É importante para nós. Não queremos que aconteça o mesmo que houve há dois anos", acrescentou.

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