Conheça Andrés Cunha, o árbitro de Cruzeiro x Boca Juniors pela Copa Libertadores

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O juiz de 41 anos foi escolhido para impor justiça em Belo Horizonte, onde os argentinos tentarão defender o placar de 2 a 0 e passar para a semifinal

Andrés Cunha, nascido em 8 de setembro de 1976 no Uruguai, foi o árbitro designado ao duelo entre Cruzeiro x Boca Juniors, partida de volta pelas quartas de final da Copa Libertadores, em que a equipe argentina leva a vantagem de 2 a 0 na somatória do placar.

Veja alguns fatos importantes da carreira de Cunha:


Conquistas e polêmicas


Estreou como árbitro em 2011 e apitou um jogo internacional pela primeira vez em 21 de agosto de 2014, no encontro entre General Díaz e Cobresal pela Copa Sul-Americana. Além disso, controlou o VAR (arbitragem de vídeo) durante o Mundial Sub-20 da Coreia do Sul 2017, e no Mundial de Clubes do mesmo ano.

Aos 41 anos de idade, teve a oportunidade de fazer parte da Copa do Mundo da Rússia, ocorrida neste ano, eleito pela Fifa como um dos juízes sul-americanos para o encontro ecumênico com o chileno Julio Bascuñán, o paraguaio Enrique Cáceres, o argentino Néstor Pitana, o brasileiro Sandro Meira Ricci e o colombiano Wilmar Roldán. Cunha também dirigiu a Copa América em 2015 e 2016.

O árbitro ficou mundialmente conhecido por validar o gol de mão feito por Ruidíaz, na partida em que o Peru eliminou o Brasil da Copa América Centenário graças a este feito.

Além disso, ele foi o famoso juiz encarregado do VAR na volta da semifinal da Libertadores do ano passado, no duelo entre Lanús e River, em que a enorme quantidade de erros colocaram em dúvida o sistema e a honestidade dos árbitros.

Andrés Cunha Brasil Peru Copa America Centenario 2016

Em sua última atuação internacional, no confronto entre Colo-Colo e Palmeiras pela ida das quartas de final da Libertadores, também fez uso do assistente de vídeo e decidiu expulsar Damián Pérez, além de não observar uma falta violenta que merecia outro cartão vermelho.  

 


Características


Observando os números da mídia a respeito de Andrés Cunha, que dirigiu 182 encontros (46 deles sendo internacionais), pode-se concluir que é um árbitro rigoroso, mas não exagera em suas decisões: no total, usou 863 cartões amarelos, o que resulta em uma média de 4,76 por jogo. Enquanto sobre as expulsões, o uruguaio mostrou o cartão vermelho (diretamente e por dois cartões amarelos) em 58 oportunidades.

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