Como em 98, descendentes de imigrantes são maioria em grupo campeão da França

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17 dos 23 jogadores que conquistaram o bicampeonato mundial são filhos de imigrantes

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Assim como em 1998, a seleção francesa volta a ser campeã mundial 20 anos depois com a maioria de jogadores descendentes de imigrantes. O bicampeonato foi conquistado no último domingo (15), no Estádio Luzhniki, em Moscou, com uma vitória por 4 a 2 sobre a Croácia na decisão.

Entre os 23 jogadores, há imigrantes e filhos de imigrantes de uma série de nações diferentes.  Do grupo de jogadores, dois nasceram fora da França: o goleiro Steve Mandanda, da República Democrática do Congo, e o zagueiro Samuel Umtiti, dm Camarões. Já o meia Thomas Lemar é nascido em Guadalupe, que compõe o grupo de países da França ultramarina.

Samuel Umtiti
(Foto: Getty Images)

A grande maioria dos jogadores, aliás, tem descendência de países africanos. Mais precisamente, apenas Hugo Lloris, de origem espanhola, Pavard, Lucas Hernández, Griezmann, Giroud, Thauvin e Alphonse Areóla, de origem filipina, são as exceções.

“O time da França tem sempre jogadores da África e de seus ex-territórios, em todos esportes. Eles optaram por ser franceses, mas é claro que têm origens, amigos e familiares em diferentes países. É claro que têm alguma ligação com países africanos. Eles têm noção total de que estarão em uma final de Copa do Mundo”, afirmou o técnico Didier Deschamps na véspera da decisão.

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