Chegar em uma disputa de medalha: a primeira meta de Pia à frente do Brasil

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Bicampeã olímpica, treinadora sueca espera recolocar a seleção feminina de volta ao mais alto patamar

Enfim apresentada como nova técnica da seleção brasileira feminina, Pia Sundhage já vai traçando os planos da equipe de Marta, Cristiane e cia de olho no primeiro grande compromisso pela frente: os Jogos Olímpicos de Tóquio 2020, no ano que vem. Bicampeã olímpica com os Estados Unidos, em 2008 e 2012, a sueca quer levar sua experiência para ajudar a 'reinventar' um time ainda carente de grandes títulos.

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Mas tudo a seu tempo. Pia lembrou o longo tempo do Brasil longe de uma grande decisão - a última foi justamente em 2008, nas Olimpíadas de Pequim - e espera, em primeiro lugar, fazer um trabalho para chegar à decisão pelo ouro no Japão. Veja no vídeo!

Sundhage, de 59 anos, é a primeira estrangeira a treinar a seleção feminina e apenas a segunda mulher no cargo depois de Emily Lima, que esteve à frente da equipe entre 2016 e 2017. Ela substitui Vadão, eliminado nas quartas de final da última Copa do Mundo Feminina diante da anfitriã, França.

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