As donas do espetáculo: Quem foram as melhores jogadoras do mundo?

Comentários()
Elas jogam muito, abrilhantam o futebol e ainda ganham troféus

Nesta data especial, Dia Internacional da Mulher, é preciso enaltecer a força do futebol feminino, e a Goal não deixou o momento passar em branco. Sabemos que o futebol não é esporte somente dos homens: nos últimos anos, o esporte praticado profissionalmente por mulheres vem crescendo e tende a ir além, cada vez mais.

Para inspirar as futuras jogadoras e quebrar padrões, vamos relembrar quais foram as dez últimas campeãs do Prêmio de Melhor do Mundo, da Fifa ou France Football.

Marta Brasil Seleção Olimpíadas 2016 18082016
(Foto: Buda Mendes/ Getty Images)

Em 2011, Homare Sawa ficou com o troféu, no mesmo ano em que foi campeã mundial com a seleção japonesa. Uma temporada depois foi a vez da norte-americana Abby Wambach, medalhista de ouro nos Jogos Olímpicos de Londres. Nadine Angerer e Nadine Kessler, ambas atletas da Alemanha, conquistaram os dois anos seguinte, 2013 e 2014.

Mas é impossível falar do futebol feminino e não lembrar da atleta que mais vezes chegou ao topo do esporte: Marta Vieira da Silva, a nossa Marta, foi eleita cinco vezes como a melhor jogadora do mundo: em 2006, 2007,2008, 2009 e 2010,  a maior sequência de uma atleta na história.

As conquistas aconteceram gradativamente, já que, em 2004, a brasileira ficou com o 3ºlugar no pódio e subiu um degrau no ano seguinte, quando foi eleita a segunda melhor do mundo.

GFX Jogadoras Premio Fifa I 08 03 2017

Mas um dos principais países, e exemplo no futebol feminino, é o Estados Unidos, por incrível que pareça. A seleção estadunidense, uma das potências do esporte, venceu a Copa do Mundo Feminina por três vezes.

Investido não somente no futebol masculilno, os norte-americanos colocaram outra jogadora no topo da categoria: a meio-campista Carly Lloyd, eleita em 2015 e 2016. Em 2017 foi a vez da holandesa Lieke Martens, abrindo, talvez, espaço para o surgimento de uma nova força no futebol feminino.

Mais artigos abaixo

Em termos de Brasil, a Seleção tem sido um dos orgulhos nacionais, presente em todas as edições da Copa do Mundo e nos Jogos Olímpicos, apesar de nunca ter vencido. O time viveu o que se acreditou ter sido um avanço das mulheres no esporte com Emily Lima, a primeira técnica a comandar as meninas do Brasil.

Mas, em uma demissão repentina, deixou o cargo, o que motivou algumas jogadoras a darem declarações sobre o ocorrido. Acreditavam que Emily viveu mais um caso de machismo no esporte, embora a discussão não tenha se aprofundado. Atualmente, Emily trabalha no time feminino do Santos.

As eliminações precoces nos campeonatos ainda são pontos a serem melhorado pelas meninas, mas, em 2018, elas terão uma nova chance de mostrar o porque do Brasil ser conhecido como "o país do futebol". As atletas estão em preparação para a Copa América, que acontece este ano no Chile, no mesmo grupo grupo B ao lado de Argentina, Venezuela e Equador.

Próximo artigo:
Em Barcelona para visitar o filho, Neymar debocha de rumores sobre retorno
Próximo artigo:
Ibrahimovic é alvo do Real Madrid na próxima janela de transferências, diz rádio espanhola
Próximo artigo:
Em meio a boato sobre transferência, Sánchez não participa de treino no Manchester United
Próximo artigo:
Sem vencer há cinco jogos, Lopetegui avisa: "Real Madrid vai lutar"
Próximo artigo:
Boca x Palmeiras: o jogo mais 'Riquelmeano' de Juan Román
Fechar