Alegando falsidade ideológica, Presidente do Palmeiras descarta negociação com empresa asiática

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Alexandre Schneider/Getty
Galiotte alegou que a empresa apresentou documento falsos ao Palmeiras, que de decidiu pôr fim às negociações com a Blackstar

Presidente do Palmeiras, Maurício Galiotte descartou qualquer negociação de patrocínio com a Blackstar. O dirigente alegou que a empresa com sede em Hong Kong, apresentou documentos falsos ao clube.

Em entrevista ao programa Seleção SporTV , Galiotte revelou que as garantias bancárias da Blackstar enviadas ao Palmeiras são falas: “Neste momento o Palmeiras encerra qualquer tipo de diálogo, por total falta de credibilidade. O Palmeiras foi buscar junto ao banco. Acabamos de receber uma carta do banco HSBC dizendo que os documentos apresentados ao Palmeiras são falsos”.

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Mauricio Galiotte Palmeiras 26112018
(Foto: Fabio Menotti/Ag Palmeiras/Divulgação)

Aberta em 22 de janeiro de 2018, a Blackstar ofereceu ao Palmeiras patrocínio de R$ 1 bilhão por dez anos de contrato, mas de acordo com documentos públicos consultado pelo Globo Esporte, a empresa soma um capital inicial de apenas R$ 5 mil.

Diretor da empresa, junto ao brasileiro Carlos Gionavvi, Rubei Quícoli foi quem apresentou a proposta bilionária ao time Alviverde, em 19 de setembro de 2018. Mas devido as investigações por parte do Palmeiras para se cercar de cuidados políticos afim de emitir uma resposta à Blackstar, Quícoli chegou a chamar Maurílio Galiotte de “patético”.

Desta forma, com o final de negociação praticamente certo com a empresa, o Palmeiras pretende renovar contrato com a Crefisa, patrocínio máster do clube, por mais três anos.

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