Uma investigação da Justiça Suíça indicou mais de 120 transações suspeitas ligadas às Copas do Mundo de 2018 e 2022. Agora, os investigadores do gabinete do procurador-geral esperam por explicações das autoridades ligadas aos países sedes.
"Até o momento, nenhuma autoridade do Catar foi ouvida em relação ao Mundial de 2022, mais de seis meses depois da abertura da investigação", disse o porta voz do gabinete, segundo a AFP.
"Os membros do comitê organizador da Copa do Mundo do Catar são bem-vindos se desejarem falar com o gabinete do procurador-geral porque a opinião deles interessa verdadeiramente", acrescentou.
"O antigo presidente da Confederação Asiática de Futebol (o empresário do Catar Mohamed Bin Hammam, envolvido pelo dossiê de atribuição do Mundial-2022) é particularmente bem-vindo", completou.