O Bahia entrou em 2026 cercado por expectativa após duas temporadas de crescimento dentro e fora de campo sob a gestão do Grupo City. No entanto, ainda antes do fim do primeiro semestre, o cenário já é de frustração esportiva e preocupação financeira em Salvador.
Com eliminações precoces na Libertadores e na Copa do Brasil, o Tricolor praticamente esvaziou o calendário do restante da temporada e terá apenas o Campeonato Brasileiro para disputar até dezembro.
A queda na segunda fase preliminar da Libertadores diante do O’Higgins, do Chile, seguida pela eliminação para o Remo na quinta fase da Copa do Brasil, mudou completamente o panorama do clube para o ano. Além da perda esportiva, os tropeços provocaram impacto direto nas receitas do Esquadrão.
Em 2025, o Bahia arrecadou cerca de R$ 39 milhões em premiações somando Libertadores, Sul-Americana e Copa do Brasil. Agora, em 2026, os valores caíram drasticamente. O clube acumulou pouco mais de R$ 4,5 milhões pelas participações nas competições eliminatórias, número muito distante do projetado internamente no início da temporada.




