Parte da flutuação nos preços pode ser atribuída à natureza do mercado secundário, onde os preços de revenda costumam subir e descer de acordo com a demanda, a disponibilidade e o momento. Essa volatilidade vem acompanhada de críticas mais amplas aos custos dos ingressos da Copa do Mundo, com os preços oficiais da FIFA já sendo mais altos do que os previstos no documento de licitação original — e bem acima de qualquer torneio anterior. Mas nas plataformas de revenda, os preços ainda podem sofrer variações significativas antes do torneio, especialmente à medida que mais ingressos entram no mercado ou os vendedores reduzem os preços de venda à medida que a data do pontapé inicial se aproxima.
O presidente da FIFA, Gianni Infantino, comentou recentemente sobre a discussão contínua em torno dos preços dos ingressos, enfatizando o nível de demanda e o fato de que há diferentes faixas de preço.
“Recebemos 500 milhões de solicitações de ingressos”, disse ele no Congresso da FIFA em Vancouver. “Nas duas últimas Copas do Mundo (da FIFA) juntas, tivemos 50 milhões de solicitações de ingressos. Aqui, 500 milhões. Vendemos 100% do estoque que colocamos no mercado, o que representa mais ou menos 90% do estoque global até agora. E, é claro, estamos sempre colocando ingressos à venda. Existem ingressos caros, sim, mas também há ingressos acessíveis.”
A fase de vendas de última hora da FIFA já está aberta, com ingressos disponíveis por ordem de chegada e sujeitos à disponibilidade.