Lionel Messi não marcou na vitória por 3 a 1 da Argentina sobre a Suíça, mas sua influência e presença na partida foram constantes e marcantes. No placar e nas estatísticas, o número 10 registrou a assistência para o primeiro gol da Seleção, marcado por Alexis Mac Allister. A Pulga atualiza assim seu infinito livro de recordes: segunda assistência nesta Copa doMundo e décima assistência nas fases finais da Copa do Mundo. Ninguém jamais havia feito isso antes.
Mas na atuação de Messi há muito mais do que uma assistência; há uma missão, que agora tem como alvo a Inglaterra, que a Argentina enfrentará na semifinal na quarta-feira, 15 de julho, às 21h (horário da Itália), em Atlanta. Para os ingleses, será a oportunidade de uma revanche quarenta anos após o 2 a 1 na Cidade do México, a partida da “Mão de Deus” e do gol do século de Diego Armando Maradona. Para a Argentina, será o momento de tentar dar continuidade à missão que toda a equipe declarou após a vitória contra a Suíça: “Fazemos isso pelo último Mundial de Messi”, canta toda a Albiceleste em coro.
