"Todo mundo falou muita besteira sobre nós durante toda a temporada", disse Cole Palmer com a naturalidade de sempre, logo após o Chelsea se tornar campeão do mundo no domingo. "Mas sinto que estamos no caminho certo." Os Blues não apenas venceram o Paris Saint-Germain — considerado o melhor time do mundo — como o atropelaram na final do novo Mundial de Clubes da Fifa, com uma vitória por 3 a 0 no MetLife Stadium.
Ao chegar ao confronto em Nova Jersey, o Chelsea era amplamente desacreditado. Sua trajetória até a final, especialmente quando comparada à maratona enfrentada pelo PSG, foi ridicularizada, sendo tratada como algo mais digno da Conference League. Quando Levi Colwill e o capitão Reece James expressaram confiança antes da partida, muitos os acusaram de estarem delirando.
Mas agora vivemos uma realidade em que o Chelsea volta a desfrutar do brilho dourado da conquista mundial. O clube está em um momento muito diferente daquele em que venceu o Mundial de Clubes em 2022, mas segue colecionando troféus. As críticas ao projeto BlueCo diminuíram — em grande parte graças ao principal nome dessa reconstrução.
Palmer marcou dois dos três gols do Chelsea e ainda deu a assistência para o outro, anotado por João Pedro, tudo nos primeiros 43 minutos de jogo. Ele foi a peça tática que nem mesmo o renomado Luis Enrique conseguiu decifrar. Sua marca esteve presente em todos os setores do campo, enquanto o PSG era dominado de forma impiedosa pelos londrinos. Agora que soma títulos ao currículo e já tem crédito de sobra, está na hora de começarmos a falar sobre Cole Palmer em termos mais elevados.
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