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gyokeresGetty Images

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A Suécia volta à Copa do Mundo após oito anos: com a estrela Gyokeres, pode repetir a façanha de Rússia 2018

Oito anos depois da última participação, a Suécia volta à Copa do Mundo. Os escandinavos, que em 2018 se classificaram ao eliminar a Itália na repescagem, chegam à competição com um elenco de alto nível, liderado pelo craque Viktor Gyokeres, decisivo na repescagem contra a Polônia, e pelo companheiro de ataque Isak.

Os pressupostos para um bom desempenho estão presentes, embora não seja fácil repetir a façanha de anos atrás, quando a Suécia terminou em primeiro lugar no grupo, à frente do México, da Coreia do Sul e da Alemanha, derrotou a Suíça nas oitavas de final antes de ser eliminada nas quartas, assim como a Inglaterra. Era a Suécia de Forsberg, Berg e Lindelöf, presente também este ano na defesa.

Caberá a Gyokeres tentar liderar a Suécia, que volta a disputar a competição de futebol mais prestigiada oito anos após sua última participação na Rússia, a partir da estreia desta noite contra a Tunísia.


  • UM GRUPO EQUILIBRADO

    O regulamento desta edição da Copa do Mundo, ampliada para 48 seleções, prevê a classificação para as oitavas de final das duas primeiras colocadas de cada um dos 12 grupos e das oito melhores terceiras colocadas. A classificação para as oitavas, portanto, está ao alcance da Suécia, mas o Grupo F, no qual está inserida, está longe de ser fácil.

    A estreia será contra a Tunísia, às 16h (horário italiano) do domingo, 15 de junho. Em seguida, no sábado, 20 de junho, enfrentará a Holanda às 19h, e o Japão à 1h da madrugada de sexta-feira, 26 de junho.

    Tunísia, Holanda e Japão são três seleções perigosas, que podem colocar a Suécia em dificuldades; a equipe terá que se esforçar para não falhar na estreia contra os africanos e tentar começar com uma vitória.

    Começar com os três pontos, considerando que 32 das 48 seleções avançam, se não garantir a classificação para as oitavas de final, pelo menos colocaria a seleção de Graham Potter no caminho certo.

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  • GYOKERES, A ESTRELA

    A estrela da Suécia é, sem dúvida, Viktor Gyökers. O atacante, recém-campeão da Inglaterra em sua primeira temporada pelo Arsenal, é o ponto de referência de um ataque que também conta com a contribuição de Isak, que se transferiu para o Liverpool no verão de 2025.

    Gyokeres é o homem em quem a Suécia deposita suas esperanças e em quem também se apoiou nas repescagens: foi ele quem marcou os três gols da vitória sobre a Ucrânia na semifinal e, aos 88 minutos, o gol decisivo do 3 a 2 na final contra a Polônia, levando os escandinavos de volta à Copa do Mundo após anos.

    O Arsenal pagou 75 milhões pelo jogador ao Sporting há um ano e, em seu primeiro ano, ele marcou 14 gols em 36 partidas da Premier League, além de cinco em 13 jogos da Liga dos Campeões.

    Talvez se esperasse um pouco mais, considerando o valor desembolsado pelos Gunners, mas agora, na Copa do Mundo com sua seleção, ele pode ser o verdadeiro líder.

  • ISAK EM BUSCA DA REDENÇÃO

    Já o companheiro de Gyokeres, Isak, precisa se recuperar. Ele também foi uma das transferências mais comentadas do verão passado, com o Liverpool pagando 145 milhões de libras ao Newcastle por ele, mas certamente não teve um desempenho à altura das expectativas.

    Ele marcou apenas três gols em 14 partidas da Premier League, além de ter sofrido uma fratura na fíbula que o deixou fora dos gramados do final de dezembro até o início de abril.

    Após um ano difícil, ele se recuperou dos problemas físicos e a Copa do Mundo pode ser sua grande chance de voltar a brilhar como nos tempos do Newcastle.

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  • COMO A SUÉCIA JOGA

    Além de dois atacantes de alto nível como Gyokeres e Iask, a Suécia pode contar com Hien e Lindelof na defesa e com Karlstrom, do Udinese, no meio-campo. Atenção também a Lucas Bergvall, meio-campista do Tottenham convocado por Potter, que pode ser uma das peças-chave da seleção escandinava, embora contra a Tunísia deva começar no banco.

    Potter organizará sua equipe com um 3-4-1-2 muito compacto, no qual as laterais, ocupadas por Bernhardsson e Gudmundsson, se encarregarão de abastecer os dois atacantes. Com Nygren atuando como elo de ligação entre o meio-campo e o ataque.