No mês passado, o The Athletic noticiou que o Chelsea havia feito uma oferta na casa de 1,2 milhão de libras (1,6 milhão de dólares) para contratar a atacante do BK Hacken, o que teria representado um recorde mundial de transferência no futebol feminino caso fosse aceita. Isso ocorreu um ano depois que o Sportbladet noticiou que havia interesse em Schroder não apenas por parte do Chelsea, mas também do Barcelona, Lyon, Bayern de Munique, Manchester City, Juventus, Wolfsburg e Manchester United. O The Athletic também informou que clubes da NWSL haviam feito consultas.
No fim das contas, foi um clube totalmente diferente que venceu a disputa, com Schroder sendo apresentada como jogadora do Real Madrid na terça-feira. O Madrid não possui a história repleta de títulos que muitos desses outros clubes têm, nem é considerado parte da elite do futebol feminino europeu. Mas as “Las Blancas” provavelmente estão na segunda ou terceira divisão, como participante constante da Liga dos Campeões que ainda busca seu primeiro título importante, tendo sido fundado em 2020.
A decisão do Real de gastar uma quantia recorde mundial na contratação de Schroder sugere que o clube também está empenhado em dar esse salto, após anos de críticas sobre a falta de ímpeto na tentativa de diminuir a diferença para o Barcelona no campeonato nacional.
Então, o que levou as “Las Blancas” a darem um passo tão ousado por uma jogadora que ainda tem apenas 19 anos? O que faz o clube acreditar que Schroder é o tipo de jogadora capaz de levá-las a novos patamares? E por que todos os principais clubes da Europa ficarão frustrados por terem perdido a chance de contratá-la?

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