advertisement
Avaí
- Home
- Últimas Notícias
- Perfil
- História
- Honras
- Detalhes
Fundação: 1923
Endereço: Avenida Deputado Diomício Freitas, 1000 - Carianos Brazil
Telefone: (48) 3236-1215
URL Oficial: www.avai.com.br
Presidente: João Nilson Jonino
Diretor do Clube: Eduardo Gomes
História do Clube
Estamos em 1923. Um ano depois do centenário da lndependência, o Brasil é um país cheio de problemas. Vive uma crise política sem precedentes. O presidente Arthur Bernardes governa com mão-de-ferro e um estado de sítio. Os ministros tentam renegociar com banqueiros americanos e europeus a rolagem da dívida e um novo empréstimo. A imprensa luta por uma "amnistia". Nos finais de semana, os jovens aristocratas praticam o remo e um novo esporte inglês de nome complicado: foot-ball.
1923. Florianópolis é uma ilha como todas as cidades pequenas. A vida passa calmamente e poucos percebem a eterna mudança do tempo. A ponte preta metálica vai mudando a paisagem e a vida das pessoas. O dia termina nas conversas ao redor da bela figueira. Nas ruas iluminadas pelos lampiões de gás, os cavalheiros – nas suas fatiotas de linho ou casemira – tiravam os chapéus e cumprimentavam as damas nos longos vestidos. O lazer era o Remo e os saraus.
Até a década de 20, o futebol era um privilégio de aristocratas e descendentes de europeus. Mas, logo todos perceberam que a bola se adaptava mais aos pés hábeis, as cinturas ágeis e ao talento dos jovens operários. E, em cada esquina surgia um "team". O futebol já era paixão nacional.
Na rua Frei Caneca, no bairro Pedra Grande, um bando de garotos enfrentava os campos improvisados e fazia uma festa aos domingos e feriados. No entanto, eles sonhavam em jogar com os "ternos" (uni- formes), como os times do Rio e São Paulo. Um dia, o comerciante Amadeu Horn realizou o sonho da gurizada. Dentro de uma caixa, saíram as camisetas listradas azuis e brancas, calções e meias azuis, chuteiras e uma bola nova. O uniforme era igual ao do seu querido Riachuelo.
Era a hora de estrear o jogo de “terno”. O adversário seria o temível Humaitá. Uma equipe forte e valente. E, num domingo, o campo do Baú ficou lotado. Lá, o goleiro não via a outra trave e nem o ponteiro direito enxergava o ponta-esquerda. Aliás, estes “pequenos” detalhes não interessavam. O que importava era a bola correndo. Os garotos de Amadeu Horn venceram. Infelizmente, os artilheiros se perderam pelo tempo. Jamais se saberá quem marcou o prImeiro gol do time azul e branco. O talento dos meninos entusiasmou Amadeu. Para comemorar o feito, ele deu uma festa.
"Sorte". Esta foi a desculpa do humilhado Humaitá. E, foi marcada uma revanche. Nunca o campo do Baú viu tanta gente. Os “guris” de Amadeu Horn mos traram a garra e o talento da partida anterior. Uma nova vitória e uma outra festa. As meninas brindavam os heróis com doces, licores e cervejas. No peito, como se fosse um troféu, um laço de fita azul e branco. Na euforia, alguém sugeriu: “Por que não fundamos um clube de verdade?” A idéia foi aceita.
1º de setembro de 1923. Um sábado de tempo bom e vento norte. Um dia aparentemente normal. A cidade estava, como de costume, calma. Nas sombras da árvore frondosa, as pessoas conversavam. Entretanto, na residência de Amadeu Hom estava tudo preparado. Quem chegava assinava o livro de atas. Um só assunto foi discutido: o time de futebol. O nome escolhido foi Independência e Amadeu Hom eleito presidente.
Quando todos já começavam a traçar os planos do novo clube, chega atrasado, pois precisara trabalhar após o expediente, Arnaldo Pinto de Oliveira. Contaram- lhe as novas. Ele não concordou com o nome escolhido. “Independência é muito grande. Fica difícil incentivar o team. Quando a torcida estiver gritando, depois de um goal, Independência, o adversário empata o jogo. É preciso um nome menor. Além disso, as cores não combinam. Ou será que vocês querem mudar as cores?”, conta o historiador Osni Meira. “E que nome você sugere?”, perguntaram-lhe. Arnaldo estava lendo um livro de história do Brasil e gostara do episódio a Batalha do Avahy. “Vocês já pensaram na nossa torcida gritando Avahy?” A resposta veio em coro: "Avahy! Avahy!". Era o começo de uma história de glórias e lutas de um clube que nasceu sob o signo da vitória.
Estamos em 1923. Um ano depois do centenário da lndependência, o Brasil é um país cheio de problemas. Vive uma crise política sem precedentes. O presidente Arthur Bernardes governa com mão-de-ferro e um estado de sítio. Os ministros tentam renegociar com banqueiros americanos e europeus a rolagem da dívida e um novo empréstimo. A imprensa luta por uma "amnistia". Nos finais de semana, os jovens aristocratas praticam o remo e um novo esporte inglês de nome complicado: foot-ball.
1923. Florianópolis é uma ilha como todas as cidades pequenas. A vida passa calmamente e poucos percebem a eterna mudança do tempo. A ponte preta metálica vai mudando a paisagem e a vida das pessoas. O dia termina nas conversas ao redor da bela figueira. Nas ruas iluminadas pelos lampiões de gás, os cavalheiros – nas suas fatiotas de linho ou casemira – tiravam os chapéus e cumprimentavam as damas nos longos vestidos. O lazer era o Remo e os saraus.
Em 23, o Brasil vive uma grave crise política e financeira. Porém, nas esquinas surge uma paixão nacional: o foot-ball.
Até a década de 20, o futebol era um privilégio de aristocratas e descendentes de europeus. Mas, logo todos perceberam que a bola se adaptava mais aos pés hábeis, as cinturas ágeis e ao talento dos jovens operários. E, em cada esquina surgia um "team". O futebol já era paixão nacional.
Na rua Frei Caneca, no bairro Pedra Grande, um bando de garotos enfrentava os campos improvisados e fazia uma festa aos domingos e feriados. No entanto, eles sonhavam em jogar com os "ternos" (uni- formes), como os times do Rio e São Paulo. Um dia, o comerciante Amadeu Horn realizou o sonho da gurizada. Dentro de uma caixa, saíram as camisetas listradas azuis e brancas, calções e meias azuis, chuteiras e uma bola nova. O uniforme era igual ao do seu querido Riachuelo.
Era a hora de estrear o jogo de “terno”. O adversário seria o temível Humaitá. Uma equipe forte e valente. E, num domingo, o campo do Baú ficou lotado. Lá, o goleiro não via a outra trave e nem o ponteiro direito enxergava o ponta-esquerda. Aliás, estes “pequenos” detalhes não interessavam. O que importava era a bola correndo. Os garotos de Amadeu Horn venceram. Infelizmente, os artilheiros se perderam pelo tempo. Jamais se saberá quem marcou o prImeiro gol do time azul e branco. O talento dos meninos entusiasmou Amadeu. Para comemorar o feito, ele deu uma festa.
Duas vitórias sobre o Humaitá. E alguém tem uma idéia genial: "Vamos fundar um clube!" Era o início da história do Avaí.
"Sorte". Esta foi a desculpa do humilhado Humaitá. E, foi marcada uma revanche. Nunca o campo do Baú viu tanta gente. Os “guris” de Amadeu Horn mos traram a garra e o talento da partida anterior. Uma nova vitória e uma outra festa. As meninas brindavam os heróis com doces, licores e cervejas. No peito, como se fosse um troféu, um laço de fita azul e branco. Na euforia, alguém sugeriu: “Por que não fundamos um clube de verdade?” A idéia foi aceita.
1º de setembro de 1923. Um sábado de tempo bom e vento norte. Um dia aparentemente normal. A cidade estava, como de costume, calma. Nas sombras da árvore frondosa, as pessoas conversavam. Entretanto, na residência de Amadeu Hom estava tudo preparado. Quem chegava assinava o livro de atas. Um só assunto foi discutido: o time de futebol. O nome escolhido foi Independência e Amadeu Hom eleito presidente.
Quando todos já começavam a traçar os planos do novo clube, chega atrasado, pois precisara trabalhar após o expediente, Arnaldo Pinto de Oliveira. Contaram- lhe as novas. Ele não concordou com o nome escolhido. “Independência é muito grande. Fica difícil incentivar o team. Quando a torcida estiver gritando, depois de um goal, Independência, o adversário empata o jogo. É preciso um nome menor. Além disso, as cores não combinam. Ou será que vocês querem mudar as cores?”, conta o historiador Osni Meira. “E que nome você sugere?”, perguntaram-lhe. Arnaldo estava lendo um livro de história do Brasil e gostara do episódio a Batalha do Avahy. “Vocês já pensaram na nossa torcida gritando Avahy?” A resposta veio em coro: "Avahy! Avahy!". Era o começo de uma história de glórias e lutas de um clube que nasceu sob o signo da vitória.
COMPETIÇÕES NACIONAIS
- Campeão Brasileiro da Série C: 1998
COMPETIÇÕES ESTADUAIS
- 13 Campeonatos Catarinense de Futebol: 1924, 1926, 1927, 1928 (Tri), 1930, 1942, 1943, 1944, 1945 (Tetra), 1973, 1975, 1988, 1997
- 1 Campeonato Catarinense da 2ª Divisão: 1994
- 2 Taças Governador do Estado de Santa Catarina: 1983, 1985
- 1 Copa Santa Catarina: 1995
- 12 Torneios Início: 1925, 1926 (Bi), 1933, 1936, 1938, 1942, 1943, 1944 (Tri), 1946, 1955, 1960, 1963
COMPETIÇÕES CITADINAS
- 20 Campeonatos Regionais da Cidade de Florianópolis: 1924, 1926, 1927, 1928, 1930, 1933, 1938, 1940, 1942, 1943, 1944, 1945, 1949, 1951, 1952, 1953, 1958, 1960, 1963, 1995
Futebol - Categorias de Base
- 5 Campeonatos Catarinense da Primeira Divisão Juniores: 1981, 2001, 2003, 2005 e 2008.
- 1 Campeonato Catarinense da 2ª Divisão de Juniores: 1994
- 1 Campeonato Catarinense da Primeira Divisão Juvenil: 2003
- 1 Campeonato Catarinense Infantil: 1999
- Campeão Brasileiro da Série C: 1998
COMPETIÇÕES ESTADUAIS
- 13 Campeonatos Catarinense de Futebol: 1924, 1926, 1927, 1928 (Tri), 1930, 1942, 1943, 1944, 1945 (Tetra), 1973, 1975, 1988, 1997
- 1 Campeonato Catarinense da 2ª Divisão: 1994
- 2 Taças Governador do Estado de Santa Catarina: 1983, 1985
- 1 Copa Santa Catarina: 1995
- 12 Torneios Início: 1925, 1926 (Bi), 1933, 1936, 1938, 1942, 1943, 1944 (Tri), 1946, 1955, 1960, 1963
COMPETIÇÕES CITADINAS
- 20 Campeonatos Regionais da Cidade de Florianópolis: 1924, 1926, 1927, 1928, 1930, 1933, 1938, 1940, 1942, 1943, 1944, 1945, 1949, 1951, 1952, 1953, 1958, 1960, 1963, 1995
Futebol - Categorias de Base
- 5 Campeonatos Catarinense da Primeira Divisão Juniores: 1981, 2001, 2003, 2005 e 2008.
- 1 Campeonato Catarinense da 2ª Divisão de Juniores: 1994
- 1 Campeonato Catarinense da Primeira Divisão Juvenil: 2003
- 1 Campeonato Catarinense Infantil: 1999
Publicidade
Partidas
- Última
- Próxima
| BR | Avai - Figueirense | 1 - 1 |
| BR | Coritiba - Avai | 1 - 0 |
| BR | Vasco da Gama - Avai | 2 - 0 |
| BR | Avai - Cruzeiro | 0 - 0 |
| BR | Sao Paulo - Avai | 2 - 0 |
| BR | Avai - Ceará | 1 - 2 |
| BR | Corinthians - Avai | 2 - 1 |
| BR | Avai - Botafogo | 3 - 2 |
| Não há jogos agendados. |
Torneios Ativos
Mais Discutidas
-
Real Madrid quer Van Persie para a próxima temporada
8 Comentários
-
Chelsea oferece Torres por Falcao Garcia
6 Comentários
-
Por Alex Silva, Santos deve ceder Íbson ao Flamengo
5 Comentários
-
'Wesley vem para somar', diz Daniel Carvalho
3 Comentários
-
Libertadores: uma avaliação das estreias de Flu, Vasco e Inter
3 Comentários
-
Maradona dispara contra Pelé e defende Tevez
3 Comentários
Fotos
Artilheiros
| Jogador | Gols | Pênaltis | |
|---|---|---|---|
|
|
Rafael Coelho Luiz
Atacante Avai |
6 | 1 |
|
|
Róbson
Meio-campista Avai |
5 | 0 |
|
|
Lincoln
Meio-campista Avai |
3 | 0 |
|
|
Cleverson Rosário dos Santos
Meio-campista Avai |
3 | 0 |
|
|
Pedro Ken
Meio-campista Avai |
2 | 0 |
Goal.com Português
Copyright © 2012 Goal.com, todos os direitos reservados. Os conteúdos divulgados pelo Goal.com não podem ser publicados, transmitidos, reescritos ou redistribuídos sem prévia autorização por escrito do Goal.com.