Ano novo, 'velho' Real Madrid: grupo de Zidane sofre poucas mudanças na janela

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Encerrada a movimentação do mercado de verão, saída de Morata e chegada de Ceballos são os grandes destaques


ANÁLISE


Chega o mês de setembro, e a hora de olhar para trás para repassar como foi o verão. Para comprovar como estávamos quando começou, e como estamos agora que ele se foi. Quanto dinheiro resta na conta, como o gastamos e quanto recebemos, sem ir mais além.

No caso dos clubes de futebol, o mesmo acontece, e os parâmetros da avaliação ao fechamento do mercado são praticamente os mesmos: quanto dinheiro resta nos cofres, o que fizemos com ele e qual o resultado que ele deixou. Olhando o Real Madrid de hoje, é possível dizer que sua 'cara' é a mesma. Algo que nem todos podem dizer com a chegada de setembro.

Por um lado, em questões econômicas, o clube teve o melhor verão de sua história. Nunca antes havia conseguido superávit tão significativo em suas contas: quase 100 milhões de euros de diferença entre as vendas (€ 141 mi) e contratações (€ 42 mi). Sim, o reforço de Kylian Mbappé - grande objetivo do verão - não aconteceu. Mas, ao olharmos a composição do plantel, se pode dizer que continua muito parecido. 'Engordou' alguns setores, e 'emagreceu' em outras.

Por exemplo, o gol viu Rubén Yáñez, terceira opção do grup, para a chegada de Luca Zidane. Entre um e outro, dois jogadores sem grande influência durante as partidas do Real Madrid. Na defesa, Danilo, Pepe e Fábio Coentrão se foram, enquanto Achraf Hakimi, Jesús Vallejo e Theo Hernández chegam. À exceção da lateral esquerda, onde a melhora é mais do que significativa, as outras posições trazem uma perda de experiência em prol da aposta no futuro.

Real Madrid squad for the 2006-07 seasonReal Madrid squad for the 2007-08 season

Por outro lado, no centro do campo, Casemiro ganha enfim um descanso com a chegada de Marcos Llorente, enquanto Dani Ceballos surge para tomar o lugar de James Rodríguez, nome que atraiu muitos holofoes mas pouca influência nos duelos que mais importavam. Por último, o ataque teve Álvaro Morata e Mariano Díaz fazendo as malas para suas novas equipes, deixando Borja Mayoral com a responsabilidade de preencher essas lacunas.

No saldo, o centro do campo e a lateral esquerda saem como as posições que mais ganharam na janela, enquanto a lateral direita e o ataque parecem ligeiramente menos sólidos. Gato por gato, na prática, é melhor que gato por lebre, parafraseando o dito popular. Será o suficiente para manter o nível extraordinário? Seguramente que sim. O plantel madrilenho continua sendo sobresaliente. Mesmo que não tenha Mbappé...

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