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Presidente do Peixe revela que o clube deve fazer nova carga pelo atacante do Milan em julho

O Santos ainda não desistiu de repatriar Robinho mais uma vez. No começo do ano, o clube esteve muito perto de conseguir, mas os valores impostos pelo Milan foram um impedimento. Os italianos se recusaram a liberar o brasileiro por menos de 10 milhões de euros (R$25 milhões). Robinho teria inclusive aceitado reduzir sua pedida salarial - R$1.1 milhão por mês - para facilitar o negócio, mas o Peixe não foi capaz de levantar os parceiros para possibilitar a vinda do atacante.

Entretanto, a esperança do presidente Luiz Álvaro de Oliveira Ribeiro ainda não se esgotou, e ele revelou que o Santos deve fazer nova investida no meio do ano.

"No último domingo (clássico contra o São Paiulo) visitei o camarote do presidente da Philco (patrocinadora do clube), acima das arquibancadas. A torcida me viu e pediu o Robinho. Eu, lá de cima, entre no coro. Também quero o Robinho, tanto ou até mais que qualquer torcedor. Mas entre querer e poder, há uma distância. No meio do ano, as condições podem mudar. A gente vai atrás. O Santos continua sonhando com Robinho," revelou Laor ao programa Radar Esportivo, da TV COM.

A esperança do mandatário está no fato de que, em junho, quando se encerra a atual temporada europeia, Robinho vai estar a apenas um ano do fim do seu contrato. Em seis meses - ou seja, dezembro - já poderá negociar com outro clube e, assim, deixar o Milan sem qualquer tipo de compensação financeira. O Santos espera que isso faça com que os Rossoneri aceitem reduzir a taxa exigida pelo jogador.

"Os números descolaram. A gente sabe que ele tem potencial de geração de recursos como ídolo popular e carismático, mas isso tem um limite em termos aritiméticos. Havia um clube que detinha os direitos (Milan), e que pretendia, por razões internas, um determinado valor (pelo jogador), que, somado à pretensão salarial do atleta, não viabilizaram a negociação. O que não siginifica que tenhamos desistido," disse.

Em 2010, quando Robinho retornou ao clube que o revelou por empréstimo (na época, ele ainda estava no Manchester City), o Santos montou uma engenharia financeira para possibilitar o pagamento dos salários do atacante - na época, avaliados em R$1 milhão por mês.

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