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Luis Álvaro de Oliveira respondeu à especulação de jornal espanhol, que divulgou que os ingleses do Manchester City poderia oferecer cheque em branco por Neymar

O suposto cheque em branco que o Manchester City estaria disposto a oferecer por Neymar, de acordo com o jornal catalão 'Mundo Deportivo', foi recebido com ironia e bom humor na Vila. O presidente santista, Luis Alvaro de Oliveira Ribeiro, o Laor, respondeu à notícia afirmando que o cheque seria imediatamente devolvido ao clube.

"Eu diria que vou mandar fazer um carimbo para esse cheque, com uma informação inédita: devolvido por falta de pagamento, não por falta de fundos," disse Laor ao programa Radar Esportivo, da TV COM, de Santos.

De acordo com a publicação, Tixki Berigistain, um ex-dirigente do Barça, hoje diretor no City, teria se encontrado com Pini Zahavi, um empresário israelense, para um jantar, onde Neymar teria sido definido como prioridade dos Citizens para a próxima janela de transferências, em julho. Com o grande interesse de outros clubes, como o Barcelona e o Real Madrid, a solução seria um 'cheque em branco'.

"Antecipo minha resposta a qualquer proposta que chegar, e a resposta é não. O Neymar está no Santos garantidamente até 2014, e tenho expectativa de que ele ainda fique por mais tempo," declarou.

O vínculo atual do camisa 11 com o Peixe se encerra logo após a Copa do Mundo de 2014, quando Neymar poderá deixar a equipe de graça caso não haja uma renovação. As conversas, entretanto, segundo o presidente, já foram iniciadas.

"Tenho uma base muito clara para o Neymar ficar no Santos, resistindo a ofertas dos espanhois em 2011, por uma razão básica: porque está feliz. Ele nos custa uma quantia relativamente modesta, face a seu talento. A presença de Neymar se reproduz em ganhos intangíveis, como o aumento da torcida em 20% nos últimos dois anos. É a repetição do fenômeno dos anos 50 e 60, em que a presença de Pelé atraiu uma legião de torcedores, que foi além dos limites da cidade. Repetir a história não é exercício de criatividade, mas eu me inspirei no que o Athiê [Jorge Coury, mandatário santista à época] fez com Pelé," encerrou.

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