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CEO diz que a permanência do zagueiro era fundamental e que o capitão fica no clube até, pelo menos, o meio do ano

O novo CEO do Vasco, Cristiano Koehler, deu sua primeira entrevista desde que assumiu o cargo, em 14 de janeiro. As duas principais medidas de Koehler, um dos responsáveis pela Arena do Grêmio, foram manter o zagueiro Dedé pelo menos até o meio do ano e a contratação do lateral-direito Ney, que estava no Internacional.

“O Dedé é um ídolo da torcida, referência técnica, líder do grupo, nossa referência no que diz respeito à recuperação institucional que queremos também. Nós entendemos que era fundamental a permanência dele. Seria muito fácil a decisão de negociá-lo. Buscamos um parceiro que substituiu o anterior e modificamos cláusulas importantes. Jogador só sai a partir de 1º de julho, se o Vasco quiser e a proposta atender as exigências. Dedé fica. E essa ação é uma demonstração do que queremos fazer aqui no Vasco”, disse  Koehler, sobre Dedé.

Sobre a chegada de Nei, quem falou foi o diretor-executivo René Simões, que revelou que as negociações para trazer o lateral não foram fáceis.

“Corremos o risco de perder o jogador, mas não saímos da nossa meta, do nosso orçamento. Não foi fácil negociar com os representantes dele. Uma das questões que ele queria era luvas adiantada. Eu disse que não quebraria meu vestiário. Se fizesse isso, perderia o vestiário porque ninguém chegou aqui ganhando adiantamento. O Nei foi absolutamente compreensivo nisso e não quebramos nossa linha de relacionamento”, disse.

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