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Mandatário do Guangzhou Evergrande teceu duras críticas à atitude do argentino, considerado mau profissional fora das quatro linhas

A permanência do meia Darío Conca no Guangzhou Evergrande, da China, ficou praticamente inviável. O presidente do clube, Liu Yongzhuo, resolveu escancarar o lítigio do jogador que, segundo ele, já expressou sua intenção de deixar a Ásia de vez.

Cobiçado por brasileiros, o argentino passa as férias do Brasil. Seu futuro é incerto depois disso. O atleta possui contrato até o fim de 2013 e só deixará o Evergrande caso a multa rescisória seja inteiramente depositada.

"Conca se foi. Ele deixou uma carta que dizia: "Eu fui e não vou voltar". Na verdade, ele nos disse isso anteriormente, quando começou a forçar uma transferência. Como o Xu Jiayin (presidente do grupo Evergrande, que banca as finanças do Guangzhou) disse, ele deve cumprir o contrato. O Conca deve cumprir os termos estipulados no contrato. Neste caso, houve uma clara violação do contrato", revelou o mandatário à revista Soccer News.

"Em relação à transferência, o presidente (Xu Jiayin) deixou claro suas condições. Se elas não forem cumpridas, ele não pode sair até o fim do contrato. Isso tudo foi considerado quando o contratamos. Se ele não voltar, vamos ao tribunal para proteger nossos interessese. Poderemos acionar a Fifa."

O representanto do clube chinês encerrou sua fala com um profundo sentimento de decepção em relação à atitude do meia argentino.

"Francamente, minha opinião do Conca é a seguinte: ele é brilhante dentro de campo, mas complicado fora dele. Todos podemos ver seu desempenho, ele é um grande jogador. Fora de campo, para colocar corretamente, não é profissional o bastante. Para ser franco, ele é uma fraude contratatual", disse.

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