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Invasão uruguaia para a final da Copa América
Empolgação com a Celeste e proximidade entre Buenos Aires e Montevidéu deve levar milhares de uruguaios à capital da Argentina
Goal.com
As cores seguem as mesmas: azul e branco. Mas, pelas ruas de Buenos Aires, as bandeiras da Argentina foram sendo substituídas pelas do Uruguai. Os uruguaios prometem promover neste domingo, na final da Copa América contra o Paraguai, mais uma dessas invasões históricas do futebol.
A promessa é de que a empolgação com a Celeste cruze o Rio da Prata para a final contra o Paraguai. Para quem não sabe, Buenos Aires fica de um lado do rio e Montevidéu do outro. Dá para fazer o trajeto de barco em menos de três horas. Esse é o fator geográfico que favorece a invasão.
O que mais empurra os uruguaios para o país vizinho, no entanto, é a euforia com a seleção. Após o quarto lugar na Copa do Mundo de 2010, estar na final da Copa América é motivo de comoção nacional.
- Há muito tempo não nos sentíamos assim com o futebol. Despertou um vulcão que estava adormecido – disse o vendedor Roberto Finges, que, na sexta-feira, dava plantão em frente ao hotel da seleção esperando o time voltar do treino.
A maior dificuldade dos uruguaios é com os ingressos para a decisão no Monumental de Nuñez, com capacidade para 70 mil pessoas. A Associação Uruguaia de Futebol teria recebido somente 5,8 mil bilhetes. Desses, 3,6 mil foram para os clubes, mil para os jogadores distribuírem e só 1,2 mil repassados às agências turísticas. O resto fora vendido antecipadamente, contando com a Argentina na final.
Maior parte está com cambistas
Mesmo sem ingresso, uruguaios avisam que vão fazer Buenos Aires tremer. Os hotéis estão cheios e empresas de turismo de Montevidéu não param de receber pedidos.
– Quando teremos uma chance como essa? Estou aqui. Com ingresso ou sem ingresso, vamos fazer uma festa – falou Diego Serpa, 29 anos, que chegou à Argentina ontem à tarde.
A promessa é de que a empolgação com a Celeste cruze o Rio da Prata para a final contra o Paraguai. Para quem não sabe, Buenos Aires fica de um lado do rio e Montevidéu do outro. Dá para fazer o trajeto de barco em menos de três horas. Esse é o fator geográfico que favorece a invasão.
O que mais empurra os uruguaios para o país vizinho, no entanto, é a euforia com a seleção. Após o quarto lugar na Copa do Mundo de 2010, estar na final da Copa América é motivo de comoção nacional.
- Há muito tempo não nos sentíamos assim com o futebol. Despertou um vulcão que estava adormecido – disse o vendedor Roberto Finges, que, na sexta-feira, dava plantão em frente ao hotel da seleção esperando o time voltar do treino.
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Mesmo sem ingresso, uruguaios avisam que vão fazer Buenos Aires tremer. Os hotéis estão cheios e empresas de turismo de Montevidéu não param de receber pedidos.
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Uruguai - Venezuela
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