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Segundo atacante brasileiro, que transferiu-se para o Al Gharafa, Ancelotti queria sua permanência, mas o diretor esportivo foi contra

Depois de se despedir do Paris Saint-Germain com uma homenagem no intervalo da partida contra o Toulouse, no Parc des Princes, Nenê falou à publicação frances, L'Equipe, sobre sua saída do clube.

O brasileiro que, inclusive, já marcou gol e deu assistência na sua estreia pelo Al Gharafa, culpou o direto esportivo do PSG, Leonardo, ex-lateral da Seleção, por ter deixado a França.

"Não entendo porque Leonardo não quis a minha renovação depois da temporada que fiz. Leonardo nunca me disse que eu não fazia mais parte do projeto. Ele não me falou nada. Eu compreendi sozinho que eu deveria ir embora e seguir em frente. Não era justo não jogar, por tudo que eu já fiz aqui. Amaria ficar, mas não tenho arrependimentos pois estou orgulhoso de tudo que passei com PSG," contou Nenê.

O atacante afirmou que o técnico Carlo Ancelotti foi a favor da sua permanência, mas a recusa de Leonardo o fez procurar outro clube. Em 2011-12, Nenê marcou 21 gols e deu 10 assistências em 35 jogos. Apesar de ter ficado a maior parte dos jogos na atual temporada na reserva, ele negou que tivesse qualquer problema com o treinador ou com a estrela da equipe parisiense: o sueco Zlatan Ibrahimovic.

"Carlo [Ancelotti] não queria que eu saísse. Ele contava comigo e estava bem feliz. Ele também não entendeu o motivo da minha saída. Não havia tido nenhum problema com Ibrahimovic," disse.

Nenê esteve muito perto de reforçar o Santos, clube por onde passou em 2002 e 2003, antes de ir para a Europa. Mas a pedida alta do brasileiro e a proposta milionária do Al Gharafa pesaram na sua decisão.

"A oferta do Santos não era a melhor para mim. Eu tinha que colocar minha mãe, minha família, meus filhos em primeiro lugar," finalizou.

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