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O presidente da CBF acredita ser democrata, assim como as eleições para a entidade.

Pressionado para deixar a presidência da CBF e acusado de ter tido ligações com a ditadura militar, José Maria Marín falou brevemente sobre as eleições que acontecerão em 2014. "Discutirei eleições no tempo oportuno, tudo tem seu tempo. Estou à disposição para falarmos sobre as prioridades do momento: Copa das Confederações e, depois, Copa do Mundo. Sobre eleição, não quero tecer comentário", disse segundo informações da ESPN.com.br.

A presidente Dilma, que não tem boa relação com o dirigente, quer o adiantamento das eleições. Ainda sobre o assunto, José Maria Marín fez uma interessante avaliação sobre si mesmo, afirma que é um democrata, assim como as eleiçõesna CBF.

"Sou um democrata. A disputa é democrática, e todo cidadão que tiver sua justa pretensão de se candidatar pode fazer isso. É legítimo, considero perfeitamente normal, sou um democrata. Mas minha preocupação agora é ver o que ocorre com a seleção, o belo trabalho do técnico Gallo na base. Sobre isso, estou à disposição. Não tenho tempo para intrigas", afirmou Marín.

Ele também fez comentário sobre a Seleção Brasileira, dizendo que sua principal preocupação agora são com os eventos que estão por vir e ainda garantiu que Luiz Felipe Scollari continuará no comando da Seleção se não ganharem a Copa das Confederações.

"Minha principal competição agora é com a Copa das Confederações e com a Copa do Mundo. É claro que queremos ganhar essa Copa das Confederações, até porque não estamos participando das eliminatórias. Mas, se não conseguirmos, nada vai alterar o trabalho do Felipe Scolari e de toda a comissão técnica. O trabalho continua, estamos em um bom caminho", completou.

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