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Mas técnico afirma que Brasil terá bom treino


Na véspera de encarar o Brasil, o técnico Zico, do Iraque, falou sobre o confronto. O craque afirmou que havia pedido uma equipe mais fraca para o amistoso, porém admite que será um bom jogo para ganhar experiência:

"Na verdade, eu tinha pedido um adversário com a característica da Austrália, por causa das Eliminatórias. Pensei em Escócia, País de Gales. Para nós seria bom, mas jogar contra seleções como Brasil, Argentina, Holanda, Itália, a gente sempre tira proveito. Vejo muito pelo lado do tênis. Jogar contra time mais forte aprende mais e contra mais fraco não aprende nada", afirmou ao Lance.

Sobre o momento da sua equipe, Zico admite que mudou tudo, colocando seis novos jogadores na equipe. Além disso, o técnico brasileiro reclamou do grande número de lesões que ataca sua seleção:

"Mudei praticamente o time todo que enfrentou o Japão. Foram nove alterações, seis novos jogadores, quatro que nunca tinham jogado, dois olímpicos. Tinha gente machucada e treinei com os caras na Coreia e fui para o jogo. Os titulares chegaram antes e foram para o banco. Mesmo assim jogamos bem, foi equilibrado. O Japão estava com toda força e tivemos chances".

Sobre o Brasil, Zico foi categórico ao admitir a grande diferença entre as seleções e disse que o jogo será um bom treino para a equipe de Mano Menezes:


"O Iraque está bem abaixo. Hoje, o Japão, por exemplo, está bem superior. Mas jogo é jogo. Futebol é futebol. Acho que dá para fazer um sparing (adversário de treinos) bom, para procurar exigir um pouco da Seleção. Mas não posso enfrentar o Brasil de peito aberto porque corro o risco de acontecer o que houve com a China (Brasil 8 a 0)", concluiu.

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