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Para o presidente da CBF, José Maria Marin, a derrota amargada pela seleção brasileira contra o México na final da Olimpíada de Londres não vai tirar o brilho da festa de despedida

Para o presidente da CBF, José Maria Marin, a derrota amargada pela seleção brasileira contra o México na final da Olimpíada de Londres não vai tirar o brilho da festa de despedida do Estádio Råsunda - onde o Brasil conquistou a Copa do Mundo de 1958 - nesta quarta-feira, quando o time de Mano Menezes disputará um amistoso contra a seleção da Suécia."A Olimpíada é uma página virada. Totalmente virada. Temos que pensar no presente e no futuro, tendo em vista a Copa de 2014 no Brasil".

Pelé, que é um dos jogadores da Seleção de 1958 convidados para acompanhar a partida, também minimizou a derrota."Foi uma pena. Mas isso é coisa do futebol".

José Maria Marin reiterou seu apoio ao técnico Mano Menezes, apesar do resultado de 2 a 1 para o México na final do disputa da medalha de ouro pelos Jogos de Londres, no sábado passado (11). "Um resultado não pode colocar por terra um trabalho que vem sendo executado. Por maior que seja a minha tristeza com esse resultado, ela não será maior do que a confiança que tenho neste grupo de jogadores, e também na comissão técnica e no diretor de seleções, Andrés Sanchez".


O presidente da CBF ressaltou que ''Olimpíada é Olimpíada, e Copa é Copa'':

"A Olimpíada é importante, mas a Copa é o maior espetáculo da terra. Os títulos conquistados pelo Brasil jamais se apagarão da memória do povo brasileiro. A grande e verdadeira face da seleção, em todo o seu potencial, é apresentada por ocasião da Copa do Mundo. E nesse aspecto, ninguém desconhece o poderio e o respeito da seleção brasileira. O principal é a grande festa de confraternização que acontecerá, e prestar homenagem a esta data histórica (a final da Copa de 1958 na Suécia). É essa a razão do jogo. Se dentro desta confraternização vencermos a partida, será muito bom".

O presidente da CBF chefia a delegação brasileira nas cerimônias de adeus ao estádio Råsunda, que começam nesta terça-feira com um banquete de gala com a presença da Rainha Silvia e autoridades brasileiras e suecas.

"1958 é uma data histórica para o futebol brasileiro, que também marcou o surgimento de Pelé, o maior atleta do século. O latino é saudosista, é sentimentalista, mas o mundo se transforma. Fica o sentimento de gratidão dos brasileiros à generosa hospitalidade sueca". As informações são da BBC Brasil.

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