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Sessão sobre a "Máfia do Apito" será na próxima semana. As instituições podem se livrar da condenação

A sessão que definiria se a CBF e a Federação Paulista de futebol seriam obrigadas a pagar uma multa no valor de R$ 220 milhões por causa da "Máfia do Apito" foi adiada para a próxima terça-feira, no Tribunal de Justiça de São Paulo.

Segundo a assessoria de comunicação do Tribunal, o pedido foi feito pela juíza revisora do caso, Lucila Toledo, que já havia se manifestado a favor da revisão da condenação das entidades no início do mês, acompanhando o voto do desembargador Geraldino Toledo Júnior.

A grande expectativa para a sessão que ocorreria nesta terça-feira era o voto do terceiro juiz, Antonio Vilenilson. Caso ele concordasse com a indenização e conseguisse convencer um dos outros dois membros do processo a alterar seu voto, o pagamento da multa seria mantido. Do contrário, a CBF e a FPF se livrariam da condenação.

A "Máfia do Apito" foi um escândalo ocorrido em 2005, que provocou o cancelamento de 11 partidas do Campeonato Brasileiros apitadas pelo árbitro Edilson Pereira de Carvalho, que estava envolvido em um esquema de manipulação de resultados.

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