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Segundo Paulo Nobre, o clube possuía dívidas com o argentino e poderia perdê-lo de forma gratuita

Paulo Nobre, atual presidente do Palmeiras, explicou nesta sexta-feira o porquê de ter negociado Barcos com o Grêmio. Segundo o dirigente, o clube possuía várias dívidas com o argentino, herdadas da gestão anterior, de Arnaldo Tirone.

"O palmeirense precisa saber o seguinte: o nosso jurídico nos disse que a situação do Barcos com o Palmeiras era precária e que corríamos o risco de perder o jogador de forma gratuita", explicou Nobre à Folha de São Paulo, que ainda complementou com a informação de que o ex-presidente deu um aumento retroativo a Barcos em dezembro, no contrato que prorrogou o vínculo do jogador até 2016, e não honrou o pagamento.

Nobre também afirmou que a negociação do argentino foi boa para o Palmeiras, e elogiou a postura de seu ex-atacante. "Barcos teve uma atitude 100% com o Palmeiras. Foi um jogador sério e respeitou a situação", disse. Segundo ele, "Barcos tinha manifestado vontade de sair do clube, mas não por falta de amor ao Palmeiras".

Apesar da negociação ter sido polêmica, Nobre se mostra seguro sobre sua decisão. "O Grêmio necessitava do Barcos e o Palmeiras precisava mostrar elenco para a temporada de 2013. A decisão que tomei foi a que achei melhor para o clube", finalizou.

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