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Às vésperas do clássico de reinauguração do Mineirão, presidente do Atlético-MG volta a falar da polêmica com administradora do estádio.

A partir de amanhã o Mineirão estará oficialmente de volta ao dia a dia do futebol mineiro. Apesar disso, o Atlético-MG ainda não se acertou com a Minas Arena, empresa que administra o estádio, para mandar seus jogos no Gigante da Pampulha.

"Eu acho que o Mineirão é um grande equipamento. Foi gasto muito dinheiro, e nós estamos reabrindo o Mineirão. É uma festa muito importante, até por gratidão ao governo de Minas que entregou dois belos estádios para Minas Gerais. Vamos dividir a torcida por que, enfim, é do povo mineiro, mas é um equipamento que não nos interessa por enquanto", declarou Kalil à ESPN Brasil.

O principal motivo de desacordo da presidência do Galo com a Minas Arena é a questão financeira. Segundo a ótica dos alvinegros, as condições financeiras do estádio não são favoráveis.

“Nós podemos voltar a jogar o clássico no Mineirão, com as duas torcidas, "a" de eterno, como todos querem. É só acertar os valores que nós voltaremos para o Mineirão sem problema nenhum. Nós, antes de lançarmos os camarotes do Independência, que ficaram muito bonitos e muito bem feitos, já vendemos R$10 milhões em um ano, de camarotes. E o Mineirão tem 95 (98) camarotes e o Atlético não quer um nem dois, ele quer uma participação", esclareceu o mandatário.

Apesar das conversas com a Minas Arena, o Atlético-MG estabeleceu todo seu planejamento para jogar na Arena Independência, onde tem contrato assinado.

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