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Em sua primeira entrevista coletiva, o novo presidente do clube não mostrou muito otimismo sobre a vinda do argentino

Em sua primeira entrevista coletiva, o novo presidente do Palmeiras, Paulo Nobre, foi questionado sobre a vinda do meia argentino Riquelme, ex-Boca Juniors e que desde dezembro discute com o Palmeiras uma possível transferência.

O acordo com o argentino foi negociado pelo ex-presidente Arnaldo Tirone. Riquelme receberia R$ 420 mil mensais por um acordo de até três temporadas. Ao ser questionado sobre o assunto, Paulo Nobre não mostrou muito otimismo ao falar do possível reforço.

"O Riquleme é um jogador de renome, ninguém discute isso. Mas o Palmeiras tem condições de trazer pelo preço que foi acordado? Qual a condição física dele? Qual a motivação?  Ele quer vir para ganhar muito dinheiro ou quer terminar sua carreira jogando em um dos maiores times da história do futebol? Além disso, é preciso ver se o (técnico) Kleina deseja esse atleta", afirmou.

Sobre Valdivia o dirigente prometeu uma conversa séria para saber se ele está comprometido com o clube.

"Eu não tenho dúvida de que o Valdivia, motivado, é um dos melhores em atividade do Brasil. Mas, desmotivado, é um jogador comum e pode ser um problema. Eu fui vice-presidente na época que ele estourou (em 2008) e tenho bom relacionamento com ele. Quero ter papo franco, direto e ver o que passa em sua cabeça, se existe algum problema e se ele quer continuar. Acho que ele pode nos ajudar muito, desde que esteja a fim", disse.

Na semana passada, Valdivia voltou para o departamento médico após sofrer uma pancada no tornozelo esquerdo durante treino na Academia de Futebol. Se tudo correr bem, o meia pode voltar a disputar uma partida oficial nesta quarta, contra o Oeste, em Itápolis, pelo Paulistão. Seu último jogo foi em 6 de outubro, contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro.

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